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Nathasha Rosa sobe ao pódio no Pan-Americano de Levantamento de Peso

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O Brasil voltou a brilhar nesta segunda-feira (25) no Pan-Americano de Levantamento de Peso, em Bogotá (Colômbia). Um dia após Emily Rosa faturar três ouros na categoria até 45 quilos, hoje foi a vez da irmã Nathasha Rosa assegurar uma prata e dois bronzes, nos 49kg, com direito a quebra de recordes brasileiros.

Na soma dos exercícios (notas obtidas do arranco e arremesso), a brasileira totalizou 190 kg, ficando a apenas um quilo de alcançar a soma da vice-campeã Jourdan Delacruz (Estados Unidos) e dois da também norte-americana  Hayley Reichardt, medalha de ouro.  

Nathasha começou levantando 80 kg no arranco, e na sequência chegou a erguer 84kg, garantindo a prata. O ouro ficou com a mexicana Andrea Martinez (85 kg) e o bronze com a norte-americana Hayley Reichardt (84 kg).

No arremesso, a brasileira iniciou com 101 kg de peso, depois conseguiu erguer 104 kg e finalizou com êxito o levantamento de 106 kg, o que lhe garantiu não só o bronze como também o novo recorde brasileiro no arremesso.  Duas norte-americanas completaram o pódio: Jourdan Delacruz e Hayley Reichardt levantaram os mesmos 108 kg, mas Delacruz ficou com o ouro pelos critérios de desempate.

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A outra brasileira que subiu na plataforma hoje também na categoria 49 kg foi Luíza Dias, que terminou em nono lugar com total de 175 kg ( fez 95kg no arremesso e 80 no arranco). 

“Foi sensacional, foi uma superação total. Ela bateu os recordes brasileiros no arremesso e no total e ficou até o último movimento na briga pelo título. Com os pesos que ela levantou, Nathasha conseguiria medalha no Campeonato Mundial, ela já chegou a esse nível”, elogiou treinador Dragos Stanica, em depoimento à Confederação Brasileira de Levantamento de Peso (CBLP).

No domingo (24), Emily Rosa abriu o primeiro dia de disputas do Brasil no Pan, garantindo três ouros, ao levantar 73 kg no arranco, 90 kg no arremesso, totalizando 163 kg.

Além das irmãs Rosa, a delegação feminina brasileira está na Colômbia com as medalhistas mundiais Amanda Schott e Laura Amaro; a medalhista mundial sub-17 Taiane Justino; Amanda Silva, Bruna Piloto, Luiza Dias, Letícia Laurindo e Raquel Santos. No masculino, os representantes nacionais são Josué Lucas, Marco Túlio Gregório e Thiago Félix.

Programação

Terça (26)

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16h – 73kg masculino

18h – 59kg feminino

20h – 81kg masculino

Quarta, (27)

16h – 64kg feminino

18h – 89kg masculino

20h – 71kg feminino

Quinta (28)

14h – 96kg masculino

16h – 73kg feminino

18h – 102kg masculino

20h – 81kg feminino

Sexta (29)

14h – 87kg feminino

16h – 109kg masculino

18h – +87kg feminino

20h – +109kg masculino

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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