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Rayssa Leal conquista etapa de Chiba e estreia no pódio dos X-Games

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A primeira medalha de Rayssa Leal nos X-Games foi logo a dourada. Neste domingo (24), a skatista maranhense, de 14 anos, subiu no topo do pódio do street (estilo praticado em obstáculos de rua) feminino na etapa de Chiba (Japão) do tradicional evento de esportes radicais. O melhor resultado da Fadinha havia sido um quarto lugar, há três anos, em Mineápolis (Estados Unidos).

Vice-campeã olímpica em Tóquio (Japão), no ano passado, Rayssa deixou a anfitriã Funa Nakayama (que foi bronze nos Jogos) na segunda colocação e a australiana Chloe Covell na terceira. As paulistas Pâmela Rosa e Gabriela Mazetto também chegaram à final do street, terminando, respectivamente, em sexto e em sétimo.

Entre os homens, o cearense Lucas Rabelo ficou na quarta colocação e o paulista Kelvin Hoefler (prata em Tóquio) acabou a final em sétimo. O pódio do street masculino foi 100% japonês, com Yuto Horigome, campeão olímpico, no topo, seguido por Daiki Ikeda e Sora Shirai.

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Antes de Rayssa, quem se destacou na etapa de Chiba dos X-Games foi Gui Khury. O paranaense de apenas 13 anos e quatro meses, da seleção brasileira júnior, conquistou duas medalhas. Na sexta-feira (22) ele foi bronze na final do vertical (disputa realizada em uma pista com formato de “U”), tornando-se o mais jovem atleta a ir ao pódio nesta prova. Ele ficou atrás somente do norte-americano Jimmy Wilkins (ouro) e do japonês Moto Shibata (prata).

No sábado (23), Gui voltou ao pódio no vertical, desta vez na prova específica de melhor manobra. O garoto levou a prata, acertando um 1080º (que consiste em três giros completos no ar). Em 2021, aos 12 anos, ele conquistou o ouro com o mesmo movimento na etapa de Vista (EUA), sendo o primeiro a realizá-lo. Em Chiba, os norte-americanos Mitchie Brusco e Clay Kreiner ficaram em primeiro e terceiro, respectivamente.

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Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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