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Rebeca Andrade foi atleta do Brasil que mais faturou nas Olimpíadas; veja lista completa e valores

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Com quatro medalhas conquistas em Paris, ginasta somou R$ 826 mil em premiação do Comitê Olímpico do Brasil; ao todo, atletas receberão R$ 4,6 milhões

Maior medalhista da história do Brasil, Rebeca Andrade foi a atleta do país que mais faturou com seu desempenho nas Olimpíadas de Paris. A ginasta recebeu, ao todo, R$ 826 mil em premiação do Comitê Olímpico do Brasil (COB), graças às quatro medalhas conquistadas na capital francesa – um ouro, duas pratas e um bronze. Ela também foi a atleta brasileira com mais medalhas conquistadas no evento.

As outras medalhistas de ouro do Brasil nas Olimpíadas ficaram logo atrás de Rebeca. Bia Souza, que também conquistou uma medalha de bronze por equipes no judô, somou R$ 392 mil. Por fim, Ana Patrícia e Duda, campeãs no vôlei de praia, ficaram com R$ 350 mil cada.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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