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Surfe: Ítalo, Toledo e irmãos Pupo avançam às oitavas de Bells Beach
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As oitavas de final da etapa de Bells Beach (Austrália) do circuito mundial de surfe terá a presença do campeão olímpico Ítalo Ferreira e dos paulistas Filipe Toledo, Miguel Pupo e Samuel Pupo. Os quatro se classificaram na noite de quarta-feira (13) e voltarão a competir a partir das 18h desta quinta (14). Ítalo e Samuel Pupo farão confronto nacional por vaga nas quartas; Filipe Toledo vai encarar o anfitrião Connor O’Leary; e Miguel Pupo medirá forças com o norte-americano Kolohe Andino. A etapa de Bells Beach pode ser acompanhada ao vivo no site da Liga Mundial de Sufe (WSL, sigla em inglês).

Ontem foi um dia ABSURDO de competição 🔥 e, agora, já temos as oitavas de finais definidas! 🏄
Qual bateria você não vai perder de jeito nenhum? 🤔
Próxima chamada hoje às 18:00. Assista ao vivo em https://t.co/hRoBt09QSY + @globoplay!#RipCurlProBellsBeach #WSLBrasil pic.twitter.com/sPlLl4tpdC
— WSL Brasil 🇧🇷 (@WSLBrasil) April 14, 2022
O primeiro a garantir classificação foi Filipinho, número quatro no ranking da WSL. O surfista de Ubatuba (SP) venceu de virada australiano Mikey Wright a oito minutos do fim da bateria cinco, totalizando 15,16, contra 14,67 do anfitrião. Na bateria 11, teve duelo verde e amarelo, com Miguel Pupo (15,80) tirando da disputa Deivid “DVD” Silva (15,53). Na sequência, Samuel Pupo (10,10) bateu o norte-americano Jake Marshall (9,17) e na última bateria, o potiguar Ítalo Ferreira (14,00) eliminou o australiano RyanCallinan (13,00).
Fim de dia em Bells Beach e oitavas de final definidas.
Italo Ferreira surfou a ultima bateria do dia e garantiu a vaga nas oitavas.
✍🏼 6.93 pontos#WSLBrasil pic.twitter.com/nejxWnK9u6
— WSL Brasil 🇧🇷 (@WSLBrasil) April 14, 2022
O Brasil emplacou oito surfistas nas oitavas masculinas. Além de DVD, surfista de Guarujá (SP), outros três ficaram pelo caminho. O havaiano John John Florence, bicampeão mundial, levou a melhor sobre o João Chianca, o João Chumbinho, estreante na competição. Os dois protagonizaram baterias emocionantes, com show de manobras, mas a vaga nas oitavas ficou mesmo com Florence que cravou nota 9,93, totalizando 18,86, contra 17,73 de Chumbinho, surfista de Saquarema (RJ). O paulista Caio Ibeli (8,60) foi superado pelo norte-americano Nat Young (13,50); e Jadson André (14,10) perdeu por pouco para Kolohe Andino (14,10).
Oitavas de final
Bateria 1 – Owen Wright (AUS) x Nat Young (EUA)
Bateria 2 – Ethan Ewing (AUS) x Jackson Baker (AUS)
Bateria 3 – Filipe Toledo (BRA) x Connor O´Leary (AUS)
Bateria 4 – John John Florence (HAV) x Morgan Cibilic (AUS)
Bateria 5 – Callum Robson (AUS) x Mick Fanning (AUS)
Bateria 6 – Miguel Pupo (BRA) x Kolohe Andino (EUA)
Bateria 7 – Jack Robinson (AUS) x Imaikalani Devault (HAV)
Bateria 8 – Italo Ferreira (BRA) x Samuel Pupo (BRA)
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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