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Surfe: Medina, Jadson e Filipinho seguem atrás do título em G-Land

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Depois de cinco dias sem disputas, a etapa da Liga Mundial de Surfe (WSL) em G-Land, na Indonésia, tirou o atraso com diversas baterias entre a noite de quinta (2) e a manhã de sexta (3). Na chave masculina os brasileiros Gabriel Medina, Jadson André e Filipe Toledo avançaram até as quartas de final. Entre as mulheres Tatiana Weston-Webb, que havia vencido sua bateria na primeira fase há seis dias e se classificado diretamente para as quartas, também está entre as que ainda buscam o título.

A etapa indonésia, a sexta no calendário da WSL, ficou cinco dias sem competições por causa das condições desfavoráveis do mar. Na retomada, 16 surfistas caíram na água para a disputa da segunda fase (a repescagem) entre os homens, sendo cinco brasileiros. Filipe Toledo, Jadson André e Samuel Pupo (batendo Kelly Slater) avançaram para as oitavas de final, enquanto Caio Ibelli e Yago Dora ficaram pelo caminho.

Na fase seguinte, já com o mar em não tão boas condições para o surfe, os irmãos Samuel e Miguel Pupo acabaram eliminados (por Kanoa Igarashi e Griffin Colapinto, respectivamente), enquanto o campeão olímpico Ítalo Ferreira parou no australiano Connor O’Leary, em bateria vencida com um placar baixo (9,90 a 7,93).

O líder da corrida em 2022, Filipe Toledo passou para as quartas ao derrotar o surfista local Rio Waida, que foi convidado e o derrotou na primeira fase.

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“É sempre difícil enfrentar wildcards [convidados]. Eles não têm pressão alguma por cortes ou títulos, podem apenas se divertir e sempre dificultam para a gente. Eu tinha uma estratégia em mente e funcionou. O mar vai estar melhor amanhã e espero que a previsão se confirme, para a gente ter mais oportunidades de surfar”, disse Filipinho, em declaração enviada à assessoria do evento. Filipe venceu por 11,23 a 8,57 e agora enfrenta o americano Griffin Colapinto.

Outros dois brasileiros avançaram e vão se enfrentar: o potiguar Jadson André derrotou o bicampeão mundial John John Florence (vice-líder da temporada) por 9,53 a 9,37 conquistando a apertada vitória já no fim da bateria. O adversário dele será outro campeão mundial: Gabriel Medina, que na Indonésia disputa sua primeira etapa na temporada após um período afastado das competições, conseguiu a melhor nota do dia e derrotou o americano Kolohe Andino por 14,67 a 10,67.

Entre as mulheres Tatiana Weston-Webb enfim conheceu sua adversária nas quartas. Será a norte-americana Lakey Peterson, que derrotou a havaiana Gabriela Bryan na repescagem.

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A janela da etapa de G-Land vai até a próxima segunda-feira (6). Segundo a organização, a próxima chamada para baterias está prevista para as 7h15 de sábado (4) na Indonésia, 21h15 ainda desta sexta (3) no horário de Brasília.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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