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Tênis de Mesa: Bruna Takahashi vence na estreia e avança em Cingapura
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A paulista Bruna Takahashi, de 21 anos, estreou com vitória neste sábado (12) no WTT Grand Smash, em Cingapura, e garantiu classificação para a próxima fase do novo campeonato do circuito mundial de tênis de mesa. Número 32 do mundo, Takahashi bateu a sul-coreana Yang Haeun (85ª no ranking), por 3 sets a 2, após partida acirrada. A mesatenista é a única do país a seguir na disputa individual. Também nesta madrugada, Gustavo Tsuboi (40º), foi superado na estreia pelo alemão Timo Boll (9º), por 3 sets a 2, e deu adeus à competição.

WTT Grand Smash: Em duelo de cinco sets, Bruna Takahashi passa por sul-coreana e se classifica para a fase de 32
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— CBTM (@CBTM_TM) March 12, 2022
O embate de Takahashi contra a sul-coreana durou mais de 45 minutos, e foi parelho desde o primeiro set, com a brasileira levando a melhor por 16 a 14. Na sequência, Yang Haeun virou o jogo, vencendo duas parciais seguidas: 11 a 8 e 11 a 5. Numa reviravolta emocionante, Takahashi manteve a concentração, empatou o duelo e depois selou a vitória com duplo 11 a 9.
“Ela variava muito o jogo, então eu tinha que ir com mais calma, pois eu acabaria me perdendo se eu jogasse no ritmo dela. Por isso, eu tive de respirar e pegar um pouco mais de tempo”, analisou a brasileira em depoimento à Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM). “Muito obrigada por terem assistido, pela torcida e pela energia positiva. Eu sei que aí os jogos acontecem muito cedo, mas vamos lá: fiquem comigo até a próxima”.
Na próxima fase Bruna Takahashi terá pela frente a Cheng I-Ching, de Taipei, atual 12 do mundo, cujo duelo ainda sem data e horário definidos. Mas na manhã deste domingo (12), Takahashi volta a jogar, desta vem em parcerias com o compatriota Vitor Ishiy, na disputa de duplas mistas. O embate será às 7h30 (horário de Brasília) contra Sathiyan Gnanasekaran e Manika Batra, da Índia.
Mas na manhã deste domingo (12), Takahashi volta a jogar, desta vem em parceria com o compatriota Vitor Ishiy, na disputa de duplas mistas. O embate será às 7h30 (horário de Brasília) contra Sathiyan Gnanasekaran e Manika Batra, da Índia.
Mais cedo, às 3h10, tem Vitor Ishiy e Eric Jouti (42ª melhor parceria no ranking mundial) contra os austríacos Robert Gardos e Daniel Habesohn (20ª).
Algumas partidas terão transmissão ao vivo nas contas do WTT Grand Smash no YouTube e no Facebook.
Outros resultados
As estreias de sexta-feira (11) não foram boas para o país. No torneio individual, Hugo Calderano, número 3 do mundo, se despediu de Cingapura após derrota por 3 a 2 para o português João Geraldo (62º). Também na simples, Vitor Ishiy (51º) caiu para o sueco Kristian Karlsson (28º) , ao ser superado por 3 a 2.
Nas duplas femininas Bruna Takahashi e Caroline Kumahara perderam o primeiro jogo para as anfitiriãs Zeng Jian e Lin, por 3 sets a 0, e não avançaram.
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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