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Ymanitu está na final de duplas de cadeirantes no Aberto da Austrália
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A parceira do brasileiro Ymanitu Silva com o sul-africano Donald Ramphadi está na final de duplas na categoria Quad (atletas de tênis em cadeira de rodas com deficiência em pelo menos um membro superior) do Aberto da Austrália, em Melbourne.Nesta quarta-feira (25) eles se classificaram após vitória sobre o britânico Andy Lapthorne e o norte-americano David Wagner, por 2 sets a 0 (parciais 7/5 e 6/3). 

Ymanitu Silva é finalista nas duplas no Aberto da Austrália: https://t.co/IyDysnxYSg pic.twitter.com/yRXtXhMbVO
— Comitê Paralímpico Brasileiro (@cpboficial) January 25, 2023
Esta é a terceira vez que Ymanitu avança a uma final de Grand Slam na carreira. O catarinense de 39 anos já decidiu por duas vezes o título de duplas em Roland Garros (França), a última delas no ano passado, quando foi vice-campeão ao lado do australiano Heath Davidson.
Na final de duplas em Melbourne – a data ainda será definida – Ymanitu e Ramphadi vão encarar os holandeses Sam Schroder e Niels Vink. Eles avançaram após derrotarem a dupla do anfitrião Heath Davidson com o canadense Robert Shaw, com um duplo 6/1.
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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