JURÍDICO
OAB Nacional participa da posse de Jhonatan de Jesus no TCU
JURÍDICO
O presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, participou, nesta quarta-feira (15/3), da posse de Jhonatan Pereira de Jesus como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), em vaga decorrente da aposentadoria da ministra Ana Arraes. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União do dia 1º deste mês. O novo integrante da Corte de Contas foi indicado pela Câmara dos Deputados e passou por sabatina do Senado para ser aprovado.
“Todos reconhecemos a missão fundamental do TCU para a salvaguarda do Estado brasileiro e, por isso, desejo sucesso ao novo ministro do Tribunal de Contas da União, Jhonatan Pereira de Jesus, em sua jornada. Seu êxito será o de todos nós”, disse o presidente nacional da Ordem.
O presidente do TCU, Bruno Dantas, conduziu a solenidade. O decano do tribunal, Otto Alencar Rodrigues, saudou o empossado em nome do plenário. “A escolha para o cargo coloca-se como mais um importante elo da cadeia histórica de formação desta Corte, sobretudo pela idoneidade moral e reputação ilibada do empossando. Vossa excelência é muito bem-vindo entre nós e muito contribuirá”, disse.
Compuseram a mesa, ainda, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad; o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira; o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes; o vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo; e o procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras. Outras autoridades também estiveram presentes.
Formado em medicina pela Universidade Católica de Brasília, Jhonatan de Jesus faz mestrado em Administração Pública pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Deputado federal por Roraima, foi eleito pela primeira vez em 2010. Durante a trajetória parlamentar, atuou como presidente da Comissão de Minas e Energia e foi membro titular da Comissão de Seguridade e Família.
Fonte: OAB Nacional


JURÍDICO
CNJ identifica ‘esquema organizado de venda de decisões’ envolvendo desembargador e Zampieri
A decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão responsável por administrar e fiscalizar o Poder Judiciário, recebeu o desembargador Sebastião de Moraes Filho, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, levantando suspeitas de venda de decisões judiciais e pagamentos realizados via PIX e até em barras de ouro. Sebastião de Moraes Filho foi afastado de suas funções em agosto enquanto o CNJ investiga a possibilidade de ele ter recebido propinas em troca de decisões.
O caso também é alvo de um inquérito criminal e foi considerado de tal gravidade que o ministro Luís Felipe Salomão, então corregedor do CNJ, levou a questão ao ministro Luís Roberto Barroso, presidente do conselho, para uma solução em conjunto. “Evidenciam-se elementos suficientes para recomendar o afastamento do magistrado, na medida em que não é possível que o desembargador permaneça em atuação em unidade tão sensível, como é um gabinete de segundo grau de câmara de direito privado”, diz um trecho da decisão , referendada pelo plenário do CNJ.
Conversas obtidas no celular do advogado Roberto Zampieri, que foi assassinado em dezembro de 2023, na porta de seu escritório em Cuiabá, colocaram o desembargador na mira do CNJ. Ao todo, eles trocaram 768 mensagens entre 14 de junho de 2023 e 5 de dezembro de 2023, revelando uma relação próxima, com trocas sobre futebol e viagens, além de livre acesso ao gabinete do desembargador.
As mensagens também indicam a influência do advogado no trabalho do magistrado e o pagamento de propinas para decisões desenvolvidas aos clientes de Zampieri. Em uma das conversas, o advogado afirma que “o Pix está errado, estornou o valor”. “Tente mandar o Pix correto que faço agora”, acrescenta.
Cinco dias depois, informa que “o pagamento da sobrinha foi feito”, anexa um comprovante de transferência de R$ 10 mil e solicita o adiamento de um julgamento. Em outubro, Zampieri menciona ter alcançado “um contrato muito bom para o Mauro” e continua: “O senhor vai ficar feliz com o contrato que consegui para ele”. Mauro, segunda suspeita do CNJ, é o advogado Mauro Thadeu Prado de Moraes, filho do desembargador. Em outra mensagem, o advogado envia ao magistrado uma imagem de duas barras de ouro, de 400 gramas, que foram usadas como pagamento de propinas.
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