MATO GROSSO
“A primeira-dama de MT nos faz acreditar que política é capaz de fazer maravilhas na vida das pessoas”, destacou a primeira-dama de Pontal do Araguaia
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“Quero agradecer de coração todo carinho e atenção que recebo sempre que visito a região. Foi emocionante conhecer os projetos, especialmente a reforma da casa do Daymon que tem uma história linda junto com sua mãe, e agora eles têm um pouco mais de conforto com a casa adaptada. Parabéns prefeito por essa ação e deputado Max Russi por ajudar essas famílias aqui com o social. Vamos continuar trabalhando por essa querida cidade”, disse a primeira-dama de MT, Virginia Mendes.![]()
“Nós temos uma primeira-dama de Estado iluminada. É um grande privilégio estar participando de uma gestão de governo tão comprometida. Dona Virginia as suas ações fazem a gente acreditar que a política é capaz de fazer maravilhas na vida das pessoas. Você tem nossa admiração”, declarou a primeira-dama de Pontal do Araguaia, Adriana Lima.![]()
O prefeito de Pontal de Araguaia, Adelcino Lopo, falou da importância da parceria com o Governo do Estado para a realização de obras e da atenção da primeira-dama Virginia Mendes com os projetos sociais. Ele ainda destacou a força e a fé que ela tem.
“Concluímos 100% da implantação das lâmpadas led graças ao Governo de MT. Imagina se nós prefeitos se não tivéssemos um governo atuante como esse. O recurso de R$ 934 mil para revitalização do estádio, o microrrevestimento é recurso do Estado, são tantas obras, porém não vivemos apenas de obras, precisamos do social e temos na primeira-dama Virginia Mendes a segurança com projetos possíveis e que não ficam apenas no papel”, ressaltou.
O prefeito ainda destacou a força que a primeira-dama do Estado representa. “Eu li um artigo que a senhora escreveu no Dia Mundial de Combate ao Câncer e quando vi a senhora falando tudo aquilo, parei para encontrar algum adjetivo que pudesse descrever toda essa força. Então eu vi que a senhora tem sempre a bênção de Deus. A senhora não faz a gente seguir somente o exemplo do trabalho, mas é um exemplo de fé”.
Em 2023, o Governo do Estado aumentou o cofinanciamento, que é a transferência direta da secretaria de Estado de Estado e Assistência Social e Cidadania para as secretarias municipais, em 300%, uma reivindicação da primeira-dama Virginia Mendes. Em 2022 foram repassados R$ 9 milhões, agora com os valores atualizados foi para R$ 28 milhões. Os municípios aqui de Barra do Garças e Pontal do Araguaia, são mais de R$ 700 mil reais para investimento em assistência social dos municípios.
Além destes recursos, também serão construídas 50 casas populares do Programa Ser Família Habitação no município de Pontal do Araguaia, investimento de R$ 3,2 milhões do Governo do Estado, projeto idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes. As casas serão construídas para atender essas famílias mais vulneráveis.
“Nós sabemos que existem várias pessoas que se não tiver o aporte do Estado, do município ou do governo federal, eles jamais irão realizar o sonho de uma casa própria. Então a gente fica grato ao Governo do Estado, à nossa primeira-dama Virginia Mendes, sem esse esforço esse benefício não seria possível”, afirmou o prefeito Adelcino.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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