Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Atletas apoiados pelo Governo de MT se destacam em competições nacionais

Publicados

MATO GROSSO

Atletas mato-grossenses apoiados pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT), têm se destacado em importantes competições nacionais. Entre os destaques recentes, a atleta de boliche Marizete Scheer, de Campo Novo do Parecis (391 km de Cuiabá) se destacou ao garantir o segundo lugar na divisão feminina da Taça Rio de Janeiro 2024. O esportista Matheus Batistela de Rondonópolis (215 km de Cuiabá) ficou com o 2º lugar na 2ª divisão masculina/mista.

Ambos fazem parte da comitiva de quatro atletas que esteve no Boliche Social Club Aerotown, na cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 28 e 30 de junho, com apoio logístico da Secel.

“Com o apoio do Governo do Estado, tivemos a oportunidade de ter representantes neste evento nacional tão importante para o ranking brasileiro”, afirmou a presidente da Federação de Boliche de Mato Grosso, Raquel Tenuta. Ela destaca a importância de os mato-grossenses estarem neste ranking. “É essa classificação que determina os melhores do país. É muito bom quando o evento é válido para o ranking, pois gera pontuação dependendo do resultado do atleta”, completou a presidente.

Leia Também:  “Queremos água”: Moradores de Várzea Grande manifestam e fecham rua com fogo em luta pela água, assista!

Com esse suporte estratégico do Estado, outra atleta que pode não só competir em alto nível, mas também subir ao pódio, foi a ciclista Aline Mariga do município de Sorriso (397 km de Cuiabá). A atleta representou Mato Grosso no Campeonato Brasileiro de Ciclismo e Contrarrelógio em Palmas (TO), que aconteceu entre os dias 26 e 30 de junho e contou com a participação de cerca de 450 ciclistas.

A mato-grossense concluiu a prova em 29min19s e garantiu o terceiro lugar, consagrando-se como uma das favoritas da disputa e reforçando sua posição como uma das promessas do ciclismo nacional. Aline já foi campeã brasileira de ciclismo de Estrada em 2022, também em Palmas, e bicampeã da maior prova de Mountain Bike da América Latina, Iron Biker Brasil.

“Essa não é apenas uma medalha, mas sim o resultado da minha determinação que busca o esforço incansável para levar o nome da minha cidade e do nosso Estado aos mais altos pódios do ciclismo brasileiro. Agradeço o apoio dos meus familiares e dos amigos que acreditam na minha carreira”, agradeceu Mariga.

Leia Também:  Vereador é preso ao ser flagrado dirigindo alcoolizado em Cuiabá

David Moura, secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, parabenizou a todos e reafirmou o compromisso da gestão em contribuir para o desenvolvimento e crescimento do esporte e atletas de Mato Grosso. “Estamos muito felizes pelas conquistas significativas dos nossos atletas do boliche e do ciclismo e estamos cada vez mais comprometidos com as federações. Nosso objetivo é apoiar mais e mais atletas como esses, que trazem resultados tão importantes para Mato Grosso. Se depender das políticas públicas do Governo do Estado nosso esporte continuará em evidência no cenário nacional e internacional”, frisou o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Flamengo adota paciência por Allan e De La Cruz; outras frentes são analisadas

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  VÍDEO: STF questiona antecipação da eleição da Mesa Diretora e Botelho descarta anulação

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA