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Bando de 10 criminosos é preso acusado de matar irmãs

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Um grupo de 10 pessoas foi preso na tarde deste sábado (14) suspeito de envolvimento na morte das irmãs Rayane Alves Porto,28, e Rithiele Alves Porto,25, horas antes. O duplo homicídio ocorreu em Porto Esperidião e os acusados localizados na cidade e em Cáceres. Entre os acusados estão 4 menores.

Conforme informações da Polícia Civil, os envolvidos maiores de idade serão autuados em flagrante por sequestro e cárcere privado, tortura, duplo homicídio, homicídio tentado, lesão corporal, associação criminosa e corrupção de menores. Os adolescentes serão autuados em ato infracional análogo aos mesmos crimes.

O crime
O boletim de ocorrência da Polícia Militar diz que uma das vítimas procurou a base policial dizendo que ela e amigos foram sequestrados na saída de um festival, por um grupo de 9 pessoas. Todos foram levados para uma casa usada como cativeiro no centro da cidade e torturados.

 

Ele contou que conseguiu fugir pulando muros, mas que os amigos estavam na casa ainda.

 

Os agentes foram levados ao local e encontraram em um dos cômodos um rapaz ensanguentado, sem uma das orelhas e com o dedo mínimo da mãe esquerda cortado. Mais adiante, os policiais acharam o dedo do rapaz e cabelo.

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Em um dos quartos os agentes encontraram as duas mulheres já sem vida. Elas foram mortas a facadas e tiveram os cabelos cortados.

 

O sobrevivente detalhou aos militares que os dois suspeitos diziam ser facção criminosa e pediam dinheiro para não matar as vítimas. Alegaram que estavam ali porque viram nas redes sociais que os amigos tinham tirado uma foto no rio Jauru fazendo gesto de facção rival.

 

O caso segue sob apuração da Polícia Civil.

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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