MATO GROSSO
“Barões do agro” pensam em lançar senador ao Governo de MT
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O senador Carlos Fávaro (PSD) vai se candidatar ao governo de Mato Grosso caso o governador Mauro Mendes (União) desista de tentar a reeleição. A afirmação é do deputado estadual Paulo Araújo (PP), presidente municipal da sigla em Cuiabá.
Ele explicou que o ex-vice-governador é ‘leal’ a Mendes, mas garantiu que a candidatura do congressista está confirmada se o atual chefe do Executivo abrir mão de permanecer por mais 4 anos à frente do Palácio Paiaguás. “Hoje o nosso projeto é de alinhamento com o governador. Se Mendes não for, nós vamos ter que ter um candidato. O candidato do grupo, mesmo que ele não queira, mas nós vamos fazer com que ele queira, é o senador Carlos Fávaro uma das maiores lideranças de Mato Grosso. Porém, o nosso compromisso é com o governador Mauro Mendes”, confirmou.
Nos bastidores, afirma se Fávaro já possa sair do papel se o governador não apoiar a candidatura do deputado federal Neri Geller (PP) ao Senado e formar chapa com o candidato à reeleição, Wellington Fagundes (PL). Essa probabilidade [de Mendes estar na coligação de Wellington] passou a ser discutida depois que o governador se reuniu com o presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar da Costa Neto, na quarta-feira (9), no Hotel Brasil 21, em Brasília.
Paulo Araújo seguiu a linha do ex-governador Blairo Maggi (PP), uma das principais lideranças da legenda, e afirmou que o projeto do ex-ministro da Agricultura é prioridade. O deputado, assim como o ex-senador, garantiu que a candidatura de Neri não está condicionada ao apoio de Mendes.
“O projeto do Neri está confirmado independente de estar ou não na coligação do governador. O PP tem uma prioridade aqui em Mato Grosso, que é o projeto do Neri. É o nosso projeto número 1 e o senador Carlos Fávaro será o grande coordenador desse projeto. Esperamos ter sucesso”, informou. Mendes se justificou Neri contou que Mendes se justificou sobre o encontro que teve com o presidente do PL, já no dia seguinte à reunião.]
Durante viagem a Sinop (500 km ao norte de Cuiabá), para cumprimento de agenda, o governador teria garantido ao parlamentarque não falou sobre política com o líderp artidário e negou ter firmado acordo para apoiar Wellington. “O Mauro falou para mim no avião que não tem nada para esconder. No avião, ele logo se justificou e falou: ‘Olha, Neri, eu fui lá como fui com você lá no Ciro [Nogueira, presidente do PP]”. Ele conversou comigo antes de conversar com o Valdemar. Mas, eu não posso ficar nesse jogo até porque o Mauro não definiu quem vai apoiar”, disse Neri.
FONTE/ REPOST: LUÍS VINICIUS – A GAZETA
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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