Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Blitzes nas avenidas Beira Rio e Prainha resultam na prisão de 20 condutores

Publicados

MATO GROSSO

Vinte condutores de carros e motocicletas foram presos e autuados por embriaguez ao volante, neste domingo (27.08) durante blitzes da Operação Lei Seca, nas avenidas Beira Rio e Tenente Coronel Duarte (Prainha), em Cuiabá.

Um dos motoristas abordados, além de dirigir sob efeito de efeito de álcool, era foragido da Justiça. Na checagem, os agentes descobriram que ele usava identidade falsa e que estava com um mandado de prisão preventiva em aberto.

As ações tiveram início simultaneamente às 5h e se estenderam por cerca de 3 horas.

Nesse período, 105 motoristas e motociclistas fizeram o teste de alcoolemia.

Além das prisões relacionadas ao consumo de álcool, as operações aplicaram 68 multas e removeram 35 veículos, sendo 28 carros e sete motocicletas.

Coordenadas pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Segurança Pública, as ações tiveram a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, Delegacia de Trânsito, Departamento de Trânsito de Mato Grosso (Detran), Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Sistema Socioeducativo, Polícia Penal e Corpo de Bombeiros.

Leia Também:  Seduc libera 11ª parcela do auxílio internet para profissionais da educação

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

Publicados

em

A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

Leia Também:  Indígenas colhem 82 toneladas de arroz em Alto Boa Vista com apoio da Empaer

Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

Leia Também:  Rastreabilidade da madeira de Mato Grosso é destaque no evento Dia na Floresta

Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA