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Bombeiros e cães de Mato Grosso auxiliam nas buscas por pessoas desaparecidas no RS

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) enviou, na manhã deste domingo (10.09), uma equipe de busca e salvamento com cães para auxiliar nas ações de resgate no Rio Grande do Sul. Desde a última segunda-feira (4) o Estado tem sido atingido por um ciclone extratropical que já resultou na morte de 46 pessoas.

No total, quatro bombeiros de Mato Grosso foram encaminhados para o Estado gaúcho. São eles: capitão Daniel Alves e sargento Daiane Ribeiro, ambos de Sorriso; subtenente Wanderson Tavares, de Barra do Garças; e soldado Francisco Nascimento, de Várzea Grande. Também foram enviados os cães de busca Maya, Thayron e Bela.

“São cães certificados nacionalmente pela Ligabom e treinados para atuar em situações de desastres como este que atinge o Rio Grande do Sul. Thayron, por exemplo, já atuou nos desastres em Brumadinho e Petrópolis. Estaremos lá para auxiliar as operações de buscas que já estão em andamento”, afirmou o capitão Daniel Alves, que lidera a comitiva.

Inicialmente, os bombeiros ficam no município de Encanto (RS), mas devem ser distribuídos para outras cidades pelos comandantes das operações que acontecem no Estado.

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Desastre no Rio Grande do Sul

Ao todo, 93 municípios do Rio Grande do Sul foram atingidos por um ciclone extratropical. Segundo a Defesa Civil do RS, são 46 pessoas desaparecidas, sendo 30 em Muçum, oito em Arroio do Meio e oito em Latejo. Mais de 4,7 mil moradores estão desabrigados e 20,4 mil desalojados. Ao todo, 340,9 mil pessoas foram afetadas.

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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