MATO GROSSO
Bombeiros encontram idoso que ficou desaparecido 74 horas em área de mata no Nortão
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros conseguiu encontrar, hoje, um idoso de 74 anos, que estava desaparecido desde segunda-feira, na zona rural de Apiacás (486 quilômetros de Sinop). O homem foi encontrado juntamente com seu cachorro, e estava consciente, debilitado e desidratado.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o desaparecimento ocorreu a cerca de 14 quilômetros do centro de Apiacás. O homem saiu com o cachorro para verificar o rebanho de gado na fazenda. Cerca de 30 horas depois, a família procurou a Polícia Militar noticiando o desaparecimento.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e iniciou as buscas, ontem. Porém, vizinhos e amigos já haviam começado a procurar o idoso desde o dia do desaparecimento e apontaram a existência de algumas pegadas, às margens de um rio. Após busca terrestre às margens do riacho e na área de pasto e mata, os bombeiros também fizeram sobrevoos com drones.
Hoje, uma dupla de civis desceu o rio com um bote de fibra, e os bombeiros e outra equipe de civis fizeram uma busca numa área de mata. A guarnição de busca do Corpo de Bombeiros, que estava com certa proximidade do grupo de civis que localizou o desaparecido, foi até onde o idoso foi encontrado.
Em seguida, os bombeiros e civis encaminharam o idoso para casa, onde foi entregue aos cuidados de uma equipe de enfermeiros que já estava no local.
FONTE/REPOST: SÓ NOTÍCIAS
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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