Eleições 2022
Botelho e Emanuelzinho são os mais lembrados para ALMT e Câmara Federal
MATO GROSSO
A corrida eleitoral para alcançar uma das 24 cadeiras do Poder Legislativo de Mato Grosso em Várzea Grande tem 3 políticos com base eleitoral na cidade.
O atual presidente do Legislativo estadual, Eduardo Botelho (União) é o mais lembrado por 11,94% dos entrevistados pelo Gazeta Dados entre os dias 26 a 28 de agosto no município.
Em 2º Lugar aparece o atual presidente da Câmara Municipal da cidade, Fabio Tardin (PSB) com 7,09%.
Já quem aparece em terceiro lugar é o ex-governador Júlio Campos (União) que foi lembrado por 3,73%.
A disputa entre os 3 pelos votos dos várzea-grandenses tem tensionado a relação entre eles. Fábio Tardin, por exemplo, deixou o União Brasil para se lançar à disputa e evitar que fosse preterido para apoiar Júlio Campos.
Júlio e Botelho também se estranharam no início da campanha e foram pivô de discussões entre lideranças no município.
O deputado estadual Faissal Calil (Cidadania) aparece com 1,87%.
O presidente Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB) e o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) foram lembrados por 1,49% dos entrevistados.
Já a vereadora de Cuiabá, Edna Sampaio (PT), a deputada Janaina Riva (MDB) e o deputado Max Russi (PSB) alcançaram 1,12%.
Os deputados Paulo Araújo (PP) e Wilson Santos (PSD) foram citados por 0,75% , o mesmo número de Rafael Yonekubo (PTB). Alex Sandro do Republicanos tem 0,38%.
A lista se encerra com o ex-secretário de Cultura e Esporte, Beto dois a um (PSB), Cida (DC), Edcley Coelho
(PSB), Eder Moraes (PV), Jamil Abreu (DC), Laura Leventi (PSB), Marcão do Alho (PODE) e Professor Eurico (PP), que foram citados por 0,37% dos entrevistados.
Já 63,43% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.
Câmara Federal
Na disputa para as 8 vagas de deputado federal, Emanuelzinho (MDB) é o mais lembrado com 6,34%. Ele, que tenta a reeleição, chegou a disputar a prefeitura de Várzea Grande em 2020.
A liderança pode ser o reflexo do último pleito.
Já o deputado estadual Allan Kardec (PSB) aparece em 2º lugar com 5,60%. Drª Mara (Podemos) aparece na lista com 4,85% e o suplente de deputado federal Valtenir Pereira (MDB) com 1,87%.
O ex-comandante da Polícia Militar, coronel Assis (União), o suplente de senador Fábio Garcia (União) e Rogerinho Dakar (PSDB), foram citados por 1,49%.
Gisela Simona (União), Nicinha (Republicanos) e o vereador de Cuiabá, Sargento Vidal (MDB) alcançaram 1,12%.
Os deputados federais Carlos Bezerra (MDB) e Nelson Barbudo (PL) e Rosa Neide (PT), procurador Mauro (PSOL) e Bruno Campos (REDE), tem 0,75% cada um.
A lista dos mais lembrados se encerra com Analady (PTB), Eduardo Magalhães (Republicanos), o deputado federal Juarez Costa (MDB), o ex-juiz federal Julier (PT) e Simone (DC), tiveram 0,37%.
Já 67,16% dos entrevistados não quiseram ou não souberam responder.
Vale lembrar que a pesquisa para deputado estadual e federal não tem cunho científico e foi realizada de maneira espontânea.
Ou seja, quando o consultado é questionado para qual candidato ele vai votar.
A pesquisa foi realizada entre 26 a 28 de agosto e ouviu 325 pessoas de forma presencial.
A metodologia de pesquisa é Survey, com realização de entrevistas utilizando questionário estruturado junto a uma amostra representativa populacional do Estado de Mato Grosso.
Foram feitos questionários em 89 bairros do município.
Fonte: Eleições 2022
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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