Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Brazuca recebe trabalho de artistas regionais e terá visual original completamente recuperado

Publicados

MATO GROSSO

O monumento que representa a Brazuca, bola utilizada na Copa do Mundo de 2014, está passando por um processo de restauração. A ação é realizada por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) e tem como finalidade devolver ao objeto o visual original que foi desgastado com o passar do tempo.

A restauração foi determinada pelo prefeito Emanuel Pinheiro e é executada pelos artistas plásticos regionais Regis Gomes e Sued J. Ferreira. De acordo com o cronograma, a previsão é de que o trabalho seja concluído em até 10 dias. Além da pintura, o processo conta ainda com os serviços de lixamento e recuperação das partes danificadas com massa de revestimento.

A réplica foi construída pela Prefeitura de Cuiabá como símbolo do evento esportivo que teve a capital mato-grossense como uma de suas subsedes. A bola foi feita de material de fibra, possui aproximadamente dois metros de diâmetro, e desde sua instalação, em 2014, nunca havia recebido um trabalho de revitalização.

“É a primeira vez que esse monumento está recebendo essa atividade e estamos tomando todos os cuidados necessários para que sua originalidade seja mantida. É uma peça ornamental que tem o carinho da população e que precisava passar por essa restauração, para manter seu belo visual”, explica o diretor-geral da Limpurb, Júnior Leite.

Leia Também:  Em MT, 71 cidades despejam 2 mil toneladas de resíduos em "lixões"

Toda a ação é acompanhada de perto por Júnior Leite, com o intuito de garantir o padrão de qualidade que é marca da gestão Emanuel Pinheiro. O diretor-geral aproveita ainda para refutar informações que circularam, principalmente nas mídias sociais, de que o monumento estava abandonado.

“Infelizmente, apareceram muitas informações precipitadas, sem a devida apuração. Tivemos que contestar notícias de que a Brazuca foi encontrada abandonada, sendo que esse abandono nunca ocorreu. Transportamos ela para a área externa do Dutrinha até que pudéssemos trazer para a sede da Limpurb, onde hoje passa pela restauração”, pontua Júnior.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  "Foi assustador", diz secretário de Chapada que está no Marrocos

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA