MATO GROSSO
Capacitação para utilização da plataforma do GPE chega a 13ª turma
MATO GROSSO
A capacitação para operacionalização do Sistema do Programa de Gerenciamento do Planejamento Estratégico (GPE) do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) chegou a 13ª turma nesta quinta-feira (7). Nesta oportunidade, oito municípios estão sendo treinados para acompanhamento e execução de metas e envio de relatórios.
De acordo com o subsecretário da Secretaria de Planejamento, Integração e Coordenação (Seplan) do TCE-MT, Guilherme de Almeida, esta etapa da qualificação deverá ser concluída até maio deste ano, abrangendo os 123 municípios participantes do Programa. Na sequência, outros temas deverão ser abordados junto às equipes.
“Esta é uma ferramenta excelente na tomada de decisões estratégicas e nossa função é deixar esses servidores muito bem-preparados para isso. Esse momento também é importante para conhecermos os municípios, tanto as fraquezas quanto as vocações, para que eles vejam que tudo isso pode ser tratado no planejamento”, afirmou.
O coordenador do GPE no TCE-MT, Volmir Manhabosco, reforça que o GPE é responsável pelo monitoramento e avaliação das metas estabelecidas pelas prefeituras para os próximos 12 anos, o que garante a continuidade de sua execução independente das trocas de gestores.
“Já temos 98 prefeituras que estão gerenciando suas metas por meio do sistema e, a partir dele, nós já conseguimos ver resultados bastante significativos. Nosso propósito é que todos os 142 municípios façam o gerenciamento das suas políticas públicas com o GPE, que vai se estender por cerca de quatro gestões”, pontuou Volmir.
Em Santa Rita do Trivelato, a equipe definiu que as áreas de prioridade no planejamento seriam saúde, educação e assistência social, já que, segundo o coordenador do GPE na cidade, Alan Reis, estas são as principais demandas da maioria dos municípios. Além disso, estes são os setores com os maiores orçamentos.
“A ferramenta contribui muito com a forma do município gerenciar os dados, seja o número de pessoas nascidas, o número de estudantes, o número de alunos que estão concluindo o ensino médio, entre outros. É importante ter esse controle para direcionarmos o orçamento da melhor forma possível”, declarou Alan Reis.
O secretário de Governo e coordenador do GPE em Novo São Joaquim, Andeburgo Franklin, lembrou que no ano passado as metas foram elaboradas com auxílio do Tribunal e que agora, a partir da qualificação, serão inseridas na Plataforma e deverão ser executadas pelos gestores.
“Nos municípios do interior, o planejamento foca muito em saúde, educação e infraestrutura, que são bases para uma boa gestão e para um retorno imediato para a população. Além dessas áreas, já cadastramos também nossas ações na agricultura familiar, que também é muito importante para nós”, disse.
Também participaram desta edição os municípios de São José do Rio Claro, Várzea Grande, Jaciara, Novo Mundo, Glória D’Oeste, Santa Terezinha.
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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