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Certidão: AVC causou morte de jovem no Parque das Águas

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A Certidão de Óbito da jovem Vanessa Batista dos Santos, de 24 anos, que morreu enquanto se exercitava no Parque das Águas, na última terça-feira (11), apontou que ela foi vítima de um Acidente Vascular Encefálico Hemorrágico, mais conhecido como AVC.

Era muito rigorosa, se sentia alguma dor consultava para daí tomar remédio, não tomava por conta.

O problema ocorre quando há alteração do fluxo de sangue no cérebro e é, atualmente, considerada a segunda maior causa de mortes no País, conforme o Ministério da Saúde.

O AVC, segundo o médico que assina o documento de óbito da jovem, teve causa biodinâmica. A causa biodinâmica é equivalente a morte de causa natural ou relacionada a doença.

A podóloga Ana Paula Batista Benencase, de 47 anos, mãe da jovem, afirmou que a filha sempre foi muito saudável e não tinha histórico de doença alguma.

“Minha filha sempre foi saudável. Era muito rigorosa, se sentia alguma dor consultava para daí tomar remédio, não tomava por conta. Se exercitava, cuidava da alimentação, de tudo”, afirma.

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“Tanto é que a causa foi um AVC, não foi um infarto. Isso está no laudo”, disse ela.

A jovem morreu em um dos parques que mais frequentava e gostava de estar.

“A gente mora no Paiaguás, praticamente do lado do Parque das Águas, e ela amava aquele lugar, porque ela sentia paz ali. Gostava da natureza, das capivaras”, conta.

O laudo final da Politec (Perícia Oficial de Identificação Técnica) tem o prazo de 10 dias para ficar pronto.

 

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Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado

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A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.

Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.

O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.

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Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.

É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.

O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.

Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso

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