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Comissão norte-americana do Sistema Estruturado de Educação visita Seduc para troca de experiências

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) recebeu, nesta terça-feira (03/05,) a visita da comissão da Diretoria Britannica Education, que compõe o consórcio formado pela Fundação Getúlio Vargas & Dian, instituições que atendem a Política de Educação do Sistema Estruturado em Mato Grosso, por meio do Material Estruturado e Tecnologia para a Educação.

No período da manhã, a comissão conheceu os projetos da Seduc, trocou experiências e tratou de ajustes para atender melhor ao Sistema. A parceria está na fase de adaptações regionais. Vários artigos estão sendo desenvolvidos para atender a realidade de Mato Grosso, contemplando conteúdos que abordam a cultura, arte, flora, fauna e outras especificidades regionais.

Vídeo-aulas que foram selecionadas pela equipe da Seduc estão sendo traduzidas e adequadas, abarcando áreas do conhecimento como história, biologia, geografia, física, entre outras.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, lembrou que todos os alunos da rede estadual já possuem login para acessar a plataforma Educatec, o que lhes permite aproveitar conteúdo de grande qualidade, que inclui vídeos e imagens em alta resolução.

Patrícia Palma, que é diretora comercial da Britannica no Brasil, ressaltou sua vontade de trazer mais qualidade para a educação pública em Mato Grosso. “Podemos contribuir muito junto ao consórcio da FGV, somando expertise para transformar a sala de aula e, a vida do professor, para a experiência digital”, disse.

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No período da tarde, a comissão, juntamente com a equipe da Seduc visitou a Casa Civil no Palácio Paiaguás. Lá, os representantes da Britannica Education apresentaram um pouco da experiência que vivenciam, já que estão em mais de 50 países, em cinco continentes.

Sal De Spirito, vice-presidente da Britannica, que fica sediada em Chicago (EUA), apresentou algumas experiências da sua instituição, como as ocorridas no Egito, no Reino Unido e ressaltou a prática japonesa. “No Japão o que vimos foi exatamente o que vem sendo feito aqui em Mato Grosso. Muito investimento em conteúdo, em material e tecnologia. A expectativa é que o resultado venha, mesmo que a longo prazo. Isso fará toda a diferença no futuro”.

O secretário-Chefe da Casa Civil, Rogério Gallo, recebeu a comitiva e conheceu detalhadamente a tecnologia que está sendo disponibilizada aos alunos da Rede Estadual de Ensino. “Essa reunião foi muito importante porque mostrou que a Seduc está dentro de um programa para revolucionar Mato Grosso. Vimos que o professor passa a ter mais facilidades na preparação de suas aulas, assim como o conteúdo amplo que está disponível ao aluno. Hoje ele tem uma enciclopédia na palma da mão e, isso, é revolucionário”, comemorou Gallo.

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O secretário Alan Porto ressaltou que a Seduc tem investido na aquisição de materiais e tecnologias referências no mundo, mas que tudo isso tem que refletir na qualidade da educação dentro de sala de aula. “Agora, nosso grande desafio é transportar tudo isso para a sala de aula fazendo valer a gama enorme de conteúdos que a plataforma disponibiliza. Buscamos também dar poder para que o professor utilize todas as possibilidades que ela oferece, auxiliando desde seu processo de preparação de aula, bem como, as novas formas de realizar a avaliação”.

Fonte: GOV MT

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Empreendedorismo feminino cresce 20% em MT e já soma 244 mil donas de negócios

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A necessidade financeira e a oportunidade de atuar na área desejada impulsionam o aumento de mulheres no empreendedorismo. Pesquisa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) revela que 244 mil mulheres são donas do próprio negócio no estado. O volume expressivo representa crescimento de 20% em relação a 2025. Em todo o país, são 11 milhões de empreendedoras.

A diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destaca que essa presença vai além dos números e reflete uma transformação social profunda. “Grande parte das empreendedoras é mãe e responsável pelo sustento do lar. Observamos que, cada vez mais, elas estão mais capacitadas e qualificadas para tocar o próprio negócio em busca de independência, o que transforma a realidade de suas famílias e comunidades por meio da gestão empresarial”, afirma Lélia.

Os números do levantamento confirmam a análise e traçam um perfil detalhado: seis em cada dez dessas mulheres têm entre 25 e 44 anos. No âmbito familiar, 61% são casadas, enquanto solteiras e divorciadas somam 16% cada; 68% do total possuem filhos. Quanto à escolaridade, 47,7% concluíram o ensino médio, 38,1% têm ensino superior e 1,8% possuem pós-graduadas, o que evidencia uma base educacional sólida para a condução das empresas.

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No que diz respeito à atuação no mercado, o setor de serviços lidera com 40%, seguido de perto pelo comércio, com 38%. Os nichos de maior destaque incluem higiene e cosméticos, moda, alimentos e bebidas, saúde e bem-estar e artesanato. A maturidade desses empreendimentos também chama a atenção: 42,9% das empresas são consideradas consolidadas, com tempo de atuação entre 3,5 e 9 anos.

A motivação para abrir o próprio negócio se divide entre sonho e realidade. Enquanto 40% das entrevistadas empreendem por oportunidade, outros 40% o fazem por necessidade financeira. Além disso, a busca por autonomia (31%), a paixão por determinado trabalho (29%) e o desejo por horários mais flexíveis (22%) aparecem como fatores determinantes para a decisão de investir na própria trajetória profissional.

Barreiras

Apesar do crescimento, o acesso ao crédito permanece como um dos principais gargalos para a expansão desses negócios. A pesquisa aponta que três quartos das empreendedoras enfrentam dificuldades nessa área: 31% nunca buscaram crédito, 20% nunca procuraram, mas têm interesse; e 22% já tentaram obter o recurso, mas tiveram o pedido rejeitado. Quando conseguem financiamento, destinam o capital prioritariamente a capital de giro, reformas, ampliação, compra de materiais e quitação de dívidas.

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Outro ponto crítico é a informalidade, alimentada por entraves burocráticos e receios financeiros. Para 38% das mulheres, o excesso de burocracia representa o maior obstáculo à formalização, enquanto 21% admitem medo de assumir compromissos fiscais. Além disso, 20% das entrevistadas não veem necessidade imediata de formalizar o negócio. Na visão de analistas, os indicadores mostram espaço importante para ações de conscientização e simplificação de processos por parte dos órgãos de apoio.

Sobre a pesquisa

O levantamento especial feito pelo Sebrae/MT foi realizado por meio de entrevistas telefônicas, com 1.304 empreendedoras no estado de Mato Grosso. O estudo apresenta uma taxa de confiança de 95% e margem de erro de 4%.

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