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Corpo que pode ser de caminhoneiro desaparecido é encontrado debaixo de ponte

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A Polícia Civil localizou na noite desta quarta-feira (8), no município de Pedra Preta, um corpo em avançado estado de decomposição que pode ser de Antônio Marcos Alves, 52 anos, conhecido como Toninho. O caminhoneiro foi sequestrado em Rondonópolis, durante roubo da carreta que ele conduzia. 

Morador de Comodoro, Antônio esteve em Rondonópolis no dia 23 de fevereiro, onde abasteceu a carreta com adubo em uma empresa. A polícia acredita que ele tenha sido sequestrado logo depois de sair do estabelecimento. A filha de Antônio chegou a trocar mensagens pelo WhatsApp do pai, mas suspeitava que os criminosos já estavam em posse do aparelho celular se passando por ele.

No dia 27, por volta das 22h, uma câmera de videomonitoramento registrou a passagem da carreta, modelo Trator Scania, pela cidade de Rondonópolis. No dia seguinte, o veículo foi localizado em Campo Verde e o motorista preso. Durante a abordagem policial, o suspeito entregou a localização da carga, mas não informou onde Antônio estava.

Leia Também:  VÍDEO: Cinco pessoas foram presas pela Polícia Rodoviária Federal, "Roubando" caixas de frango, de uma carreta de cargas que tombou na BR 364, na Serra de São Vicente. No acidente três pessoas morreram, incluindo uma criança de 5 anos. Quem estava no local começou a "Saquear a Carga". Com a prisão de cinco pessoas, a multidão foi contida.

O veículo estava no pátio de um posto de combustível e a carga em uma propriedade rural, em um assentamento no município. Levado para delegacia, o suspeito foi autuado em flagrante por receptação. Com ele foram encontrados o aparelho celular e um cartão bancário do motorista desaparecido.

Na tarde desta quarta-feira, após denúncia recebida, uma equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis foi até uma ponte, próxima à Serra da Petrovina, no município de Pedra Preta, onde encontrou um corpo dentro de um saco plástico.

Um dos investigadores desceu até o local, que fica a 30 metros abaixo da ponte para checar se de fato se tratava de um corpo humano. Após auxílio do Corpo de Bombeiros, o corpo foi içado e encaminhado à Politec para a realização da perícia. Peritos acompanharam também o trabalho no local.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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