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Corrida pelo meio ambiente reúne mais de 1,5 mil atletas no Parque Mãe Bonifácia

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Mais de 1,5 mil atletas participaram, na manhã deste domingo (04.06), da corrida Circuito das Estações – Etapa Inverno, promovida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT). A prova foi realizada no Parque Estadual Mãe Bonifácia, em Cuiabá, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta segunda-feira (05).

Em pouco mais de 37 minutos, o mecânico Éder de Andrade percorreu os dez quilômetros e alcançou o primeiro lugar masculino. Já a prova feminina foi vencida pela merendeira Elaine Vieira, que completou o percurso em 44 minutos. Para os atletas, a prova dentro da unidade de conservação foi uma oportunidade de chamar a atenção para conscientização ambiental.

“A ideia de unir esporte e meio ambiente foi excelente. Ambos são fundamentais na vida de todos nós e unir os dois é importante porque é vida, saúde e futuro. Portanto, temos que preservar e praticar esportes”, recomenda Elaine.

Éder concorda com a importância de unir esporte e meio ambiente e já se compromete com a participação nas próximas provas: “Gostei muito do evento e, nas próximas, estou dentro”.
Elaine Vieira venceu a prova de dez quilômetros feminina (foto: Karla Silva | Sema-MT)

Servidora da Sema, Elisângela Nogueira participa do esporte de rua há sete anos e também é adepta de corrida em montanhas. Ela acredita que a competição fez com que novas pessoas conhecessem o papel de uma área ambientalmente protegida.

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“A corrida foi importante para incluir a comunidade no ambiente de uma unidade de conservação. Ouvi relatos de pessoas que nem conheciam o espaço”, observa.

Para a secretária de Estado de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, um dos objetivos do evento é justamente aproximar o cidadão da discussão ambiental.

“A principal mensagem que passamos para a sociedade é que o ambiente preservado e conservado pode ser utilizado de forma racional. E quanto mais tivermos consciência desse uso racional, melhor qualidade de vida a sociedade terá”, completa.
Secretária Mauren Lazzaretti dá a largada de corrida pelo Meio Ambiente no Parque Mãe Bonifácia (Foto: Karla Silva | Sema-MT)

Os atletas largaram da Praça Cívica do Parque Mãe Bonifácia e percorreram 1,3 quilômetro até a saída pela avenida Miguel Sutil, onde seguiram os percursos de cinco ou dez quilômetros. A unidade de conservação, criada há 23 anos, é considerada um dos espaços mais representativos e preservados do Cerrado.

Recuperação de nascente
A corrida da Semana do Meio Ambiente 2023 resultará na recuperação de uma nascente na região do Centro Político Administrativo, em Cuiabá. Para cada corredor, uma muda será plantada em uma área degradada de pouco mais de meio hectare, ao redor de uma das nascentes que deságuam no córrego Quarta-feira, curso d’água que abastece a lagoa do Parque das Águas. O plantio será realizado nesta segunda-feira (05).

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Do tipo permanente, ou seja, verte água o ano todo com insurgências em múltiplos pontos, a nascente a ser restaurada fica ao lado do Detran. A recuperação terá a orientação técnica da Sema e será feita por meio de parceria entre a Secretaria de Segurança Pública (Sesp), o Verde Novo, projeto do Poder Judiciário idealizado pelo Juizado Volante Ambiental de Cuiabá (Juvam) e o Instituto Ação Verde.

Semana do Meio Ambiente 2023
Além da corrida, quem passou pelo Parque Mãe Bonifácia na manhã deste domingo (04) também participou de oficinas de dobradura de animais silvestres, vaso compostor e separação de resíduos sólidos. Os visitantes tiveram ainda a oportunidade de testar os conhecimentos de legislação ambiental no jogo “Trilha Legal do Tuiuiú”.

A Sema também realizou a entrega do certificado Selo Verde para as Pequenas Centrais Hidrelétricas Cidezal, Telegráfica, Rondon, Parecis e Sapezal, localizadas na cidade de Sapezal (560 km de Cuiabá). Os empreendimentos são da Hydria Geração de Energia, do Grupo Bom Futuro. Instituído por meio da Lei n° 8397 de 2005, o selo qualifica as empresas que promovem ações de controle e redução dos impactos ambientais negativos ocasionados pelo empreendimento.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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