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Dois suspeitos de chacina morrem em confronto com a polícia na Bahia

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Dois suspeitos de participar da chacina com nove vítimas em Mata de São João, na Região Metropolitana de Salvador, foram mortos em confronto com policiais civis na madrugada desta terça-feira (29). Um suspeito foi preso, e um quarto homem é procurado.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos foram encontrados em uma região de mata por equipes do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core).

A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) não informou a motivação do crime também não divulgou os nomes das vítimas. A Polícia Civil informou que ainda faz exames para identificar os corpos achados após a chacina.

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) informou nesta terça-feira (29), que acompanha as investigações sobre a chacina.

Drogas e pistolas apreendidas

De acordo com a polícia, um quarto envolvido ainda está sendo procurado em uma região de mata. Com os suspeitos foram apreendidas duas pistolas, carregadores, munição, rádios comunicadores e porções de drogas.

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Ainda segundo a polícia, todo material apreendido será encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT).

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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