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Edição 2022 do Circuito Mato Grosso de Vôlei de Praia é a maior já realizada, destacam organizadores

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O Circuito Mato Grosso de Vôlei de Praia, realizado em Cuiabá, de sexta-feira (02.12) a domingo (04), reuniu 57 duplas de dez municípios de Mato Grosso, com equipes femininas e masculinas disputando as categorias Sub 17, Sub 19 e Adulto.

De acordo com a organização do evento, mais de 3 mil pessoas passaram pela arena montada no Complexo Esportivo do Ginásio Aecim Tocantins. A competição, realizada pela Federação Mato-grossense de Voleibol em parceria com a Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), é a maior e mais estruturada edição até aqui, de acordo com os organizadores.

“Investimos na qualidade do evento, valorizando não só os atletas, mas também toda a cadeia produtiva do esporte. São muito profissionais envolvidos, da arbitragem, técnicos, fornecedores, professores, numa arena extremamente moderna, a mesma montada em competições nacionais. Isso dá outro caráter para o evento, motiva, inspira jovens atletas, profissionaliza. O resultado é um recorde de participações, inscrições de equipes de todas as regiões de Mato Grosso”, explica Nicanor Lopes, presidente da Federação Mato-grossense de Voleibol.

Todos os jogos foram transmitidos em tempo real pelo canal do Youtube da Federação Mato-grossense de Voleibol, outra novidade desta edição. Além do público presente, o pico de audiência, registrado no sábado, chegou a duas mil pessoas acompanhando as partidas simultaneamente.

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“Atingimos nosso objetivo de motivar a participação de equipes e do público. Estamos muito contentes com os resultados. Recorde de inscrições, público presente empolgado, público virtual conectado em todos os jogos, arena de alto nível. Isso mostra o crescimento exponencial do evento, um reflexo da valorização do esporte em Mato Grosso. É importante dizer que a valorização de atletas e toda a cadeia produtiva que a cerca é mérito dessa gestão do Governo de Mato Grosso, que incentiva e acredita no poder transformador do esporte”, destaca Nicanor.

Durante o evento, atletas de categorias de base e profissionais dividiram a mesma arena, proporcionando assim o que professores e treinadores chamam de pedagogia do exemplo, tendo os atletas já estabelecidos no esporte servindo de inspiração para os mais novos. Duplas de Cuiabá, Sinop, Cáceres, Sorriso, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Campo Verde, Várzea Grande, Rondonópolis e Lucas do Rio Verde competiram.

“É muito motivador ter os mais jovens competindo no mesmo espaço que os profissionais, e numa arena de alto nível, uma competição que não deixa nada a desejar em comparação com eventos nacionais. Além de estrutura, o incentivo é muito importante. Já estamos colhendo muitos frutos com o Projeto Olimpus, muitos aqui são bolsistas e futuros bolsistas. Com isso temos a elevação do nível de competitividade e, consequentemente, melhores resultados. Já podemos notar com bastante frequência os resultados dessa valorização, a quantidade de atletas de Mato Grosso em destaque em competições nacionais e internacionais”, aponta David Moura, secretário de Esporte da Secel.

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O Projeto Olimpus tem ajudado muitos atletas e treinadores a elevar o nível técnico do esporte, garantindo destaque em competições nacionais de vôlei de praia, como explica o treinador profissional Ricardo Queiroz.

“Graças ao Projeto Olimpus, atletas de Mato Grosso alcançaram resultados que elevaram o nome do estado no vôlei de praia. Atingimos resultados incríveis na base, somos vice-campeões Sub 19, na etapa de Maceió, com a dupla Victor Pierre e Marcos Vinicius. No Sub 21 masculino, a partir do ano que vem, teremos pela primeira vez duas duplas representando Mato Grosso na etapa nacional. Outra grande conquista é a inédita convocação da atleta Barbara Jardins para a Seleção Brasileira Sub 19. Uma conquista histórica para Mato Grosso”, destaca Ricardo Queiroz, um dos mais bem classificados treinadores de Mato Grosso, que também recebe bolsa técnico do Projeto Olimpus.

 

Fonte: GOV MT

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“Tumores cerebrais estão entre as principais causas de óbitos em crianças”, reforça especialista

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O mês de maio é marcado pela campanha Maio Cinza, dedicada à conscientização sobre os tumores cerebrais, uma condição grave que exige atenção, informação e acesso rápido ao diagnóstico e tratamento adequado. A iniciativa busca alertar a população sobre sinais e sintomas, além de reforçar a importância da detecção precoce para aumentar as chances de controle da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 11.400 novos casos anuais de câncer cerebral e do sistema nervoso no Brasil. Em Mato Grosso, a taxa projetada fica em torno de 140 casos. De acordo com o médico cancerologista pediátrico e coordenador científico do projeto de Diagnóstico Precoce da Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACCMT), Dr. Wolney Taques (CRM-MT 3592, Cancerologia Pediátrica-RQE-48), os tumores cerebrais estão entre as condições neurológicas mais complexas e desafiadoras da medicina e as que mais causam óbitos.

“Sabemos que esses tumores podem acometer pessoas de qualquer idade. No entanto, em crianças, eles estão entre as principais causas de mortalidade, juntamente com casos de leucemia e linfoma. Trata-se de um tipo de câncer bastante agressivo, que pode deixar sequelas”, explicou o médico.

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Embora não sejam necessariamente a forma mais comum de câncer, eles estão associados à alta gravidade clínica, especialmente devido ao impacto que podem causar em funções vitais do sistema nervoso central. Em muitos casos, o diagnóstico tardio contribui para a piora do prognóstico, o que torna a conscientização ainda mais essencial.

Entre os principais sintomas que merecem atenção estão dores de cabeça persistentes e progressivas, alterações visuais, convulsões, mudanças de comportamento, dificuldades motoras e problemas de fala ou memória. A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de um tumor, mas indica a necessidade de avaliação médica especializada.

O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento. Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética são fundamentais para identificar alterações no cérebro e permitir a definição da conduta terapêutica mais adequada, que pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso.

“É fundamental destacar que crianças que apresentem sintomas devem ser avaliadas por um médico pediatra. Caso haja suspeita de tumor cerebral, o encaminhamento imediato para um especialista em oncologia pediátrica é essencial, pois aumenta as chances de cura e reduz o risco de sequelas. Tanto o pediatra quanto o especialista em oncologia pediátrica podem solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que são decisivos para confirmar o diagnóstico”, concluiu.

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Ao longo desses 27 anos, a AACCMT já acompanhou cerca de 900 crianças e adolescentes e realizou mais de 25.638 mil atendimentos. Entre eles alguns casos de tumores cerebrais.

“Nosso objetivo é oferecer todo o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam realizar o tratamento adequado e receber acompanhamento psicológico, com a participação da família, sem comprometer a rotina escolar por estarem afastados de casa”, pontuou o vice-presidente da AACCMT, Benildes Firmo.

Sobre a AACCMT

A AACMT é uma instituição sem fins lucrativos que oferece hospedagem gratuita para crianças com câncer e um acompanhante. Os assistidos vêm do interior de Mato Grosso, de outros estados, de áreas indígenas e até de outros países, em busca de tratamento em centros especializados de oncologia pediátrica em Cuiabá.

A associação disponibiliza também alimentação, transporte, atendimento psicossocial e acompanhamento multiprofissional, iniciativas que fazem a diferença na jornada de quem enfrenta a doença. Tudo isso é realizado de forma gratuita.

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