MATO GROSSO
Eduardo Botelho descarta interferência de Mauro Mendes em sua gestão caso seja eleito prefeito de Cuiabá
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O candidato a prefeito de Cuiabá, deputado Eduardo Botelho (União), descartou que sua gestão, caso seja eleito, terá qualquer interferência do governador Mauro Mendes (União). Mendes é presidente do União Brasil em Mato Grosso e foi responsável por escolher Botelho como o candidato do partido. Antes disso, o deputado disputou com o chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União).
“O governador, quando decidiu que eu seria o candidato, fez poucas exigências. Uma delas foi fazer uma gestão técnica, voltada para resultados”, afirmou em entrevista à rádio Vila Real. “Ele nunca falou pra mim que iria indicar vice ou secretários.
Inclusive, ele disse que ‘secretário acho que você não deve dar para ninguém, você que tem que escolher a dedo quem serão seus secretários’”, acrescentou. Segundo Botelho, a exigência de Mendes por uma gestão técnica seria para que ambos pudessem formar uma “parceria com confiança” entre o Estado e a Capital, algo que não ocorre entre a gestão de Mendes e do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).
O candidato reiterou que conta com o Governo para poder elaborar parte de seus projetos para Cuiabá, já que o próximo prefeito vai pegar uma prefeitura problemas financeiros. “Vamos asfaltar 100% Cuiabá, o Governo vai fazer uma parceria conosco? Vai. Vamos fazer viadutos, ele vai fazer parceria conosco? Vai fazer. Agora isso não quer dizer que vai interferir, não é interferência, isso é parceria”, disse.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0