MATO GROSSO
Emanuel garante fiscalização nas obras na região do Quilombo e pede compreensão da população
MATO GROSSO
O prefeito Emanuel Pinheiro relatou, nesta sexta-feira (14), que determinou a apresentação antecipada do planejamento das obras de esgotamento sanitário, que serão executadas na região do bairro Quilombo. Segundo o gestor, a medida faz parte de um trabalho de fiscalização do Município, visando assegurar que as intervenções da concessionária Águas Cuiabá resultem em um menor impacto possível na rotina da população.
O chefe do Executivo explicou que todo acompanhamento será feito pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (Arsec). Com investimento de R$ 20 milhões, os trabalhos alcançarão mais de 50 ruas e avenidas dos bairros Quilombo, Santa Helena, Centro Norte, Jardim Mariana, Duque de Caxias, além do Parque Mãe Bonifácia.
“São 23 quilômetros de tubulações, que irão beneficiar diretamente mais de 16 mil pessoas. As escavações vão ocorrer em pontos bem significativos. Então, com um planejamento antecipado, conseguimos esclarecer a população sobre prazos, andamento das obras, e dar as informações necessárias para que os agentes de trânsito consigam estabelecer rotas alternativas, sem prejudicar o fluxo da mobilidade urbana da região”, disse Emanuel.
O prefeito Emanuel Pinheiro lembrou ainda a necessidade de compreensão dos moradores das comunidades, pois as obras de construção de rede de coleta de esgoto são realizadas embaixo da terra. Ele também reforçou que os impactos devem durar até dezembro deste ano, quando as obras serão concluídas, mas serão transformados em melhoria na saúde pública, respeito ao meio ambiente e desenvolvimento da cidade.
“É importante que a população compreenda que teremos alguns contratempos. Estamos resolvendo o problema da falta de saneamento básico, garantindo o avanço na coleta e tratamento de esgoto, para que o cidadão e toda sua família tenham um futuro com maior dignidade. Vai ter o impacto, a mudança da rotina das pessoas, não tem como evitar. Mas, é um impacto de poucos meses para uma vida inteira de tranquilidade”, completou o prefeito.
De acordo com o gestor, a qualidade na recomposição da pavimentação será, igualmente, fiscalizada pela Prefeitura de Cuiabá. “Estamos fazendo uma cobrança dura na questão do reparo no asfalto, para que não se repitam episódios como já tivemos. Algumas empresas acabaram fazendo um trabalho muito ruim nos bairros e na malha viária da cidade. Mas, isso não irá mais acontecer”, pontuou.
PREFEITURA DE CUIABÁ
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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