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Empregada doméstica realiza sonho de infância e se emociona ao visitar a Disney aos 58 anos

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Natal é um momento de celebração e realização, como exemplificado pela história de Almeri Terezinha Barcelos, de 58 anos, moradora de Sinop, a 503 km de Cuiabá. Emocionada, ela viajou para a Disney pela primeira vez e compartilhou a experiência com seu filho Matheus Eduardo Barcelos por meio de um áudio emocionante.

“Eu chorei o tempo inteiro, eu queria que cada criança pudesse vir aqui. Se eu, com 58 anos, me emocionei, imagina as crianças. Muito lindo!”, disse Almeri no áudio, descrevendo a emoção de conhecer o parque.

O filho, Matheus, compartilhou o áudio junto com um vídeo nas redes sociais, e o post rapidamente viralizou, alcançando milhares de visualizações. Os comentários dos internautas, como “que fofa”, “ela sabe que venceu”, “diva” e “você me fez chorar”, refletem a emoção contagiante de Almeri.

Em entrevista ao G1, Matheus explicou que sua mãe sempre trabalhou como empregada doméstica. A família, para a qual ela trabalha há 15 anos, decidiu realizar um grande presente para ela: levá-la para passar o Natal e o Réveillon com eles nos Estados Unidos.

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“Faz uns dois meses que ela vem se preparando, ela conseguiu tirar o visto dela, tudo muito rápido. Eles foram no último dia 17 e ela foi na Disney, na sexta-feira (20). Lá, ela começou a mandar vídeo e chorar”, contou Matheus.

A emoção de Almeri foi palpável: “A sereia passou a mão no meu rosto! Emocionante!”, ela disse, ainda emocionada com a experiência.

O vídeo, inicialmente compartilhado de forma simples por Matheus, logo chamou a atenção das redes sociais. Páginas locais pediram autorização para republicá-lo, e o vídeo já conta com cerca de 40 mil visualizações, com inúmeras republicações em outras plataformas.

Matheus revelou que não sabia que viajar para a Disney era um sonho de infância de sua mãe. “Ela mencionava que queria viajar para fora do país, mas eu fui saber por um tio que me contou na semana passada, que era um sonho de criança, de quando eles moravam no Paraná. Eles assistiam aos desenhos e filmes da Disney e falavam que um dia eles iriam conhecer o parque”, relatou.

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A ansiedade de Almeri com a viagem foi tamanha que, dias antes de embarcar, ela precisou ser internada por conta de um mal-estar. “Os exames não alegaram nada, era uma ansiedade muito grande”, explicou Matheus.

Felizmente, a viagem aconteceu, e Almeri pôde realizar o seu sonho de infância. Sua emoção genuína ao realizar esse sonho aos 58 anos é um reflexo da magia do Natal, mostrando que nunca é tarde para sonhar.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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