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Estado define projetos, obras e políticas públicas para Vila Bela

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Vila Bela da Santíssima Trindade, MT – A transferência simbólica da Capital para Vila Bela da Santíssima Trindade, primeira capital da capitania de Mato Grosso, fundada em 19 de março de 1752, tornou-se um evento importante para várias outras cidades da região Oeste do Estado, além de ter resgatado o valor da cultura vila-belense e de seu povo.

O governador Pedro Taques e equipe estadual estiveram na cidade durante os dias 18 e 19 de março e trouxeram serviços, termos e convênios para obras e recursos, discussões sobre políticas públicas para cultura e turismo, e deu o início a várias obras. A primeira delas foi a reforma do Palácio dos Capitães Generais, sede do primeiro governo mato-grossense e base para a defesa do território brasileiro durante no século 18.

Uma extensa programação foi realizada e, neste sábado, após tradicional missa e desfile cívico nas principais vias da cidade, os 22 prefeitos dos consórcios do vale do Guaporé e do Nascentes do Pantanal, foram recebidos pelo governador, que anunciou várias obras de infraestrutura para a região. Entre as principais está a obra da Estrada do Matão, cujo asfalto vai chegar até o Rio Alegre, uma demanda antiga da população.

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Os prefeitos também apresentaram demandas sobre saúde, obras de pavimentação e restauração de pontes, e demandas sobre cultura e turismo. “Temos que aproveitar que este governo quer estar perto da população no interior e levar nossos pedidos ao governador e os secretários estaduais. Este é um trabalho muito importante e muito satisfatório para a nossa região”, afirmou o prefeito de Nova Lacerda, Valmir Moretto, presidente do Consórcio Vale do Guaporé, que compreende 10 municípios.

Para a cultura, o Estado levou o termo de adesão ao mapa da Cultura, um software que une a programação cultural de todo o Brasil no site e em aplicativo para celular, ao qual 14 municípios da região Oeste aderiram durante a reunião. Em todo o Estado, outras 50 cidades também já fazem parte.

“Trata-se de uma maneira de unir tudo o que temos de melhor de nossa cultura em apena um lugar. Acessando o site ou o aplicativo, as pessoas ficam sabendo o que vai acontecer nas cidades e podem decidir o que querem curtir naquele dia”, explicou o secretário de Cultura de Mato Grosso, Leandro Carvalho.

Reconhecimento histórico

Para o governador Pedro Taques, a vinda do Executivo estadual para Vila Bela da Santíssima Trindade, evento que acontecerá todos os anos na cidade em seu aniversário, no dia 19 de março, é um reconhecimento à importância histórica do município para todo o Brasil.

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“Fizemos uma reunião com os dois consórcios e com vereadores de vários ugares, inclusive da Bolívia e recebemos deles um grande reforço para receber e resolver as demandas da região. Vários secretários estão aqui junto para esse trabalho e nossas ações estão implantadas”, explicou o governador.

Segundo ele, a visita à Vila Bela neste ano foi produtiva e os resultados serão a longo prazo. “Levo de volta a Cuiabá a esperança desse povo e a necessidade de concretizarmos várias políticas públicas em várias áreas. Vamos trabalhar cada dia mais para resolver tudo. Para eles, ficam as várias ações do estado que trouxemos e que ainda traremos para a região Oeste.”

A programação cultural também foi extensa e teve como foco relembrar as principais tradições de Vila Bela. Houveram apresentações de Chorado, Dança do Congo, Os Mascarados, de Poconé, shows regionais com Ana Rafaela e Lorena Ly, e no sábado, show nacional com Margareth Menezes.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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