MATO GROSSO
“Estamos nos ‘finalmentes’; chamamento deve iniciar em março”, afirma governador
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes afirmou que em março deste ano será iniciada a primeira “leva” do chamamento dos aprovados no concurso de cadastro de reserva para a Segurança Pública.
O concurso foi aplicado e conduzido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) no ano passado e teve o resultado homologado em dezembro de 2022.
Há mais de 10 anos o Governo de Mato Grosso não realizava concurso para a área, que vai contemplar cargos de escrivão e investigador de polícia, soldado e oficial do Corpo de Bombeiro e soldado e oficial do corpo de saúde da Polícia Militar.
“No final do ano a UFMT conseguiu concluir todas as etapas e entregou o resultado ao Governo. Estamos já nos finalmentes, conversando com a Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros, e acertando os últimos detalhes”, declarou.
Mauro Mendes explicou que a Secretaria de Estado de Segurança Pública está finalizando os relatórios que vão apontar o quantitativo de servidores necessários para chamamento, bem como as funções e locais onde deverão atuar, de forma a otimizar o efetivo e trazer uma segurança mais eficiente à população.
“Agora em março vamos publicar o chamamento para que esses profissionais sejam nomeados e possam fazer esse treinamento. Após o treinamento, teremos eles disponíveis para ajudar na Segurança Pública, distribuindo esses profissionais em todo o Mato Grosso, mas principalmente no interior. Nessa primeira chamada, vamos priorizar o interior do estado, porque é onde hoje nós pudemos identificar a maior demanda e a maior falta de profissionais”, adiantou.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0