MATO GROSSO
Estudante de Primavera do Leste ganha medalha de ouro na 16ª Olimpíada de Matemática
MATO GROSSO
Dois estudantes do 7º ano da Escola Estadual Sebastião Patrício, em Primavera do Leste, foram premiados na 16ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). Trata-se de Manuela de Oliveira Rodrigues, que levou a medalha de ouro no nível 01, e Elias Henrique Oliveira Jardim, com menção honrosa.
Medalhas e troféus já são uma rotina para Manuela. Duas vezes premiada no Festival de Poesia Manoel de Barros, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, sendo em 2021, com o 1º primeiro lugar em declamação.
A professora Renata Venâncio Pereira, responsável pelas inscrições na segunda fase OBMEP, explica que em 2021, foram 24 estudantes participantes, todos motivados. “A segunda fase não possui apenas questões objetivas, sendo assim, a estudante premiada foi muito dedicada, pois soube descrever a Matemática dentro das questões. Elias, por sua vez, é um aluno muito participativo”.
No entendimento do diretor Cássio João Lourenço dos Reis, a estudante Manuela possui um currículo digno de ser afixado na parede, pois em tudo que participa sempre sai vitoriosa. No geral, o gestor avalia como excelente a participação dos estudantes.
“Nossa escola, por meio dos professores, sempre promove este tipo de atividade em todas as áreas. Então, estendo o parabéns a todos: professores, alunos e pais que deram todo o apoio”, comemora.
Para a coordenadora pedagógica Danúbia Bernardes, a premiação é motivo de alegria e satisfação para toda a comunidade escolar da Escola Sebastião Patrício, principalmente dos docentes que procuram sempre incentivar seus estudantes a participar de competições pedagógicas. “Nem todos estudantes são premiados, mas o importante é particpiar e tentar sempre”.
Medalhistas de prata
O Estado de Mato Grosso teve, em 2021, doze alunos premiados com medalhas de prata pela OBMEP. Eles receberam a medalha digitalmente, este é caso do Mateus Lucas Rocha, de 15 anos.
Matriculado em 2022 do 2º ano do Ensino Médio, o estudante se inscreveu pela primeira vez na prova da OBMEP quando tinha 12 anos, épóca em que foi medalha de bronze. Na ocasião, o irmão gêmeo Daniel Lucas também foi medalhista de bronze.
Segundo a mãe dele, Nilzelene Mendes Lucas Rocha, esse resultado ofereceu a Mateus o direito de participar de outro evento, a Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), que será no próximo mês.
A OBMEP é a competição do conhecimento brasileira que tem a maior participação no país. Ela premia alunos com medalhas de ouro, prata e bronze e menção honrosa para aqueles que tiveram bom desempenho, mas não chegaram na nota de corte.
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MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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