MATO GROSSO
Ex-jogadores agradecem homenagem e destacam: ‘Prefeito resgatou a história do futebol mato-grossense’
MATO GROSSO
Figuras públicas do campo esportivo que fizeram história no futebol mato-grossense parabenizaram o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro, pela revitalização do Estádio Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha. A obra foi entregue na última segunda-feira (31), data em que o espaço esportivo completou 70 anos.
O ex-jogador Ademir Neves Moreira, lembrou que sua formação no esporte começou pelo estádio do Dutrinha. Ele cita que o prefeito Emanuel Pinheiro está resgatando uma grande parte da história da cuiabania, pois, o estádio era palco de encontro da população.
“A minha formação no esporte, iniciou-se aqui, no Dutrinha. Meu pai jogava futebol e nós vínhamos com ele e começamos a jogar. Fiz parte das equipes da categoria de base, na época, eu era aspirante do Mixto Esporte Clube, junto com o professor Ranulfo Paes de Barros. E então, comecei a jogar na equipe principal. Joguei 8 anos no Mixto, Operário de VG , São Cristóvão , Palmeirinha do Porto, tudo isso nos anos de 63 a 73. Atualmente eu sou professor de educação física e a minha vida se deve ao esporte. Fui técnico do Palmeirinhas , do Mixto, do Operário de Várzea Grande e a minha vida se define no esporte. A homenagem que o Emanuel Pinheiro faz hoje, é um retorno ao passado e eu tenho a oportunidade de usufruir de amigos incomparáveis. É uma viagem no túnel do tempo”, comentou ele.
Ex-atacante, Odenir, o Upa Neguinho, ídolo Operariado da década de 67 a 70, agradeceu o prefeito por resgatar a história do futebol e dos nomes que fizeram parte dela. “E muito boa essa homenagem que Emanuel que fez, porque renova a história do Operário de Várzea Grande, que estava sendo apagada com o passar do tempo”, disse.
O Ex-goleiro do Mixto Exporte Clube, Ezair Fortes, o Nikita conta que começou sua trajetória nos gramados do Dutrinha e no Operário de Várzea Grande. Para ele, a reforma do Dutrinha significa também valorização e resguardo da memória daqueles que fizeram história no Estado. “Comecei minha carreira no Operário, depois fui para o Palmeirinha do Porto, e no ano de 78 ganhamos a Taça Cuiabá. Joguei em 89 no Mixto e fomos bicampeões pelo Mixto. Nós fizemos história aqui no Dutrinha”, contou.
O jogador Sebastião Moreira da Silva, o Treme Terra, que nos anos 60 e 70, foi jogador de clubes de bairros, considerou a reforma como um marco para a história do povo cuiabano. “Fantástico o que o prefeito Emanuel fez aqui. Estamos revendo companheiros antigos e relembrando dos demais do passado. Isso aqui é um patrimônio nosso, os clubes de Cuiabá eram o Dutrinha. Quero parabenizar o prefeito por essa obra”, elogiou.
Daniel de Jesus Rodrigues, o “Daniel Bolacha”, atuou como massagista esportivo e começou a trabalhar no Dutrinha. “Foi nas categorias de base do Uirapuru e no Guarani Futebol Clube de Campinas e no Cuiabá, onde fui o primeiro massagista do time cuiabano fundado pelo gaúcho em 2021. Aqui fomos bicampeões estadual, tri da Sub-20 , bi do Sub-17. Toda história do futebol mato-grossense passou e passa pelo Dutrinha. Parabéns ao prefeito Emanuel por essa reforma. Antes, o banco de reserva aqui era debaixo do sol, e hoje, é coberto. Eu senti uma emoção do que vivi na minha vida neste estádio. O prefeito resgatou a história do futebol mato-grossense”, contou ele.
Estiveram presentes os secretários municipais Luis Claudio, Edilene Machado, Ellaine Cristina Mendes, Leovaldo Sales, Vanderlúcio Rodrigues, Renivaldo Nascimento, Leonardo Leão, Fausto Olini, Francisco Vuolo, Zito Adrien, Luciana Zamproni. Além deles o presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Juca do Guaraná, o presidente da Femab, Walter Arruda, deputada estadual por Roraima, Betânia Almeida, comandante do Corpo Musical dos Bombeiros, Ten. Vieira.
Lista de Homenageados:
Ex – Jogadores
QTD
NOME
01
Admir Neves Moreira
02
Altair Caetano da Silva – (Fião)
03
Antonio Gonçalo Souto Arruda – (Totó)
04
Antonio Francelino Marcondes – (Nhogo)
05
Benedito Mário Correa da Costa
06
Benedito Rosemil da Silva
07
Benedito Valdir Santana de Sousa – (Xurica)
08
Carlos Eduardo Gonçalves – (Carlos Macaco)
09
Carlos Henrique – (Mosca)
FONTE/ REPOST: REDAÇÃO OLHAR DIRETO
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
-
MATO GROSSO7 dias atrásHarmonização de cervejas e chocolate eleva a experiência da Páscoa; confira as dicas da especialista do Grupo Petrópolis
-
MATO GROSSO7 dias atrásProrrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso
-
MATO GROSSO7 dias atrásCONCEEL-EMT discute reajuste tarifário e impactos para consumidores em Mato Grosso
-
MATO GROSSO7 dias atrásReferência no acolhimento a crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer, AACCMT completa 27 anos de atuação
-
MATO GROSSO7 dias atrásAcrismat fortalece suinocultura com missão técnica ao berço da Suinocultura no Brasil
-
POLÍTICA MT4 dias atrásVereador Alex Rodrigues busca em São Paulo soluções para despoluição do Rio Coxipó
-
MATO GROSSO4 dias atrás“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
-
MATO GROSSO4 dias atrásCredores denunciam irregularidades no processo de recuperação judicial do Grupo Cella