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Filho encontra mãe morta em quarto de residência em Sorriso

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Uma mulher, identidade ainda não confirmada, foi encontrada morta, hoje de madrugada, na rua das Camélias, no bairro Jardim Primavera. Ela teria sido amarrada e amordaçada. O corpo foi localizado por um filho.

De acordo com o perito criminal da Perícia Oficial e Identificação Técnica, Nilton Adalberto, ela apresentava marcas nos braços e pernas, que indicaria que estava amarrada, mas não havia nenhum instrumento no local, que poderia ter sido utilizado para amarra-la.

Ele contou ainda que preliminarmente também não foi encontrada nenhuma lesão potencialmente fatal. Havia ainda marcas de agressão, mas que não seriam suficientes para causar a morte.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames de necropsia. As equipes da Polícia Civil seguem investigando a motivação e o possível suspeito da ação.

Ontem à noite, em Sorriso, conforme Só Notícias já informou, João Bosco Mendes da Silva, 22 anos, foi assassinado em um bar. Dois homens encapuzados que fizeram os disparos são procurados pela polícia.

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Só Notícias/Kelvin Ramirez com Lucas Torres, de Sorriso (foto: Welliton Cassio – atualizada 10:28h)

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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