MATO GROSSO
Fiscalização impede 147 caminhões de passarem pela região do Portão do Inferno
MATO GROSSO
Nos dois primeiros dias de proibição do trânsito de veículos pesados na Estrada de Chapada, 147 caminhões foram impedidos de passar pela região do Portão do Inferno na MT-251. A portaria publicada na quarta-feira (13) pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) restringe o tráfego de veículos com mais de 3,5 toneladas de Peso Bruto Total (PBT) na região, visando minimizar os impactos do trânsito pesado na estrada e evitar novos deslizamentos de terra.
A Polícia Militar do Estado de Mato Grosso está atuando na fiscalização e orientação aos motoristas. No dia da publicação da portaria, foram 98 veículos parados. Na quinta-feira (14.12), esse número diminuiu para 49.
Dois postos foram montados, um no Terminal Turístico da Salgadeira e outro na rotatória que dá acesso ao Distrito de Água Fria, uma vez que a restrição total é aplicada justamente entre esses dois pontos. A PM também realiza ações em outros pontos da estrada.
“Quero parabenizar a atuação da Polícia Militar na fiscalização e cumprimento desta portaria. Essa é uma restrição que é aplicada a todos. Esperamos também a compreensão de toda a sociedade enquanto esta portaria estiver vigente”, afirma o secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.
Caminhões com até 29 toneladas de PBT, 14 metros de extensão e 4 eixos podem seguir entre a Rotatória de Manso e o Terminal Turístico da Salgadeira e entre o Perímetro Urbano de Chapada dos Guimarães e a rotatória para Água Fria. Para isso, é necessário emitir a Autorização Especial de Trânsito (AET) no site da Sinfra-MT.
O trânsito é permitido do amanhecer ao pôr do sol, em dias úteis, não sendo permitido o tráfego de noite e nos fins de semana. Estes veículos são liberados para trafegar até o Terminal da Salgadeira, como forma de não prejudicar o comércio existente nos balneários localizados à beira da MT-251.
Decreto de Emergência
O Governo de Mato Grosso decretou situação de emergência entre os km 42 e 48 da MT-251, região do Portão do Inferno.
Com o decreto, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) fica autorizada a realizar as intervenções e obras necessárias de resposta ao desastre, incluindo a reabilitação estrutural da área atingida. Já a Defesa Civil de Mato Grosso prestará apoio técnico e operacional à Sinfra-MT.
O decreto leva em conta o relatório técnico de avaliação das encostas à margem da MT-251 e as conclusões de um parecer técnico realizado pela Superintendência de Proteção Civil.
Estudo encomendado pela Sinfra-MT mostrou a existência de 10 pontos críticos nas encostas à margem da estrada que liga Cuiabá e Chapada dos Guimarães. Destes, quatro são considerados de risco maior para integridade da rodovia.
A MT-251 é uma estrada-parque administrada pelo Governo de Mato Grosso. No entanto, todo o seu entorno faz parte do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, uma área federal.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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