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Fiscalização prende 6 motoristas alcoolizados e remove 50 veículos na Miguel Sutil

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) realizou na madrugada desta quinta-feira (30.05), a 57ª edição da Operação Lei Seca em Cuiabá. Foram montados pontos de abordagens em dois trechos diferentes da avenida Miguel Sutil, que resultaram na prisão de seis condutores embriagados e remoção de 50 veículos.

Conforme relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), na operação ocorrida no bairro Duque de Caxias, quatro condutores foram detidos embriagados e um por alteração das características do veículo que conduzia.

Também foram confeccionadas 39 multas, fiscalizados 30 veículos e removidos 25. Neste local, os agentes submeteram 117 pessoas ao teste de alcoolemia.

Já no bairro Jardim Mariana, 106 condutores passaram pelo teste do bafômetro e dois motoristas foram presos por embriaguez ao volante. Neste ponto, foram confeccionados 35 autos de infração de trânsito, autuados 28 veículos e removidos 25.

A Operação Lei Seca é realizada pela Sesp, sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado

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A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.

Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.

O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.

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Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.

É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.

O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.

Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso

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