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Força Tática fecha ponto de venda de drogas e prende membro de facção em Tangará da Serra

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Policiais militares do 7º Comando Regional prenderam um homem de 34 anos por tráfico de drogas, na noite desta segunda-feira (21.05), em Tangará da Serra. Com o suspeito, identificado como membro de facção criminosa, a PM apreendeu tabletes e porções de substância análoga à maconha e munições de pistola.

A equipe da Força Tática recebeu denúncias sobre um ponto de venda de drogas de uma facção criminosa no município. Segundo as informações enviadas pelo setor de inteligência, o local teria recebido um carregamento de drogas que seria distribuído pela região.

No endereço informado, os militares notaram a movimentação estranha de dois homens. Ao se aproximarem para abordagem, um dos suspeitos fugiu e não foi localizado. Com o homem detido, os policiais localizaram uma porção de 100 gramas de maconha. Ao ser questionado sobre a denúncia, o criminoso confessou que vendia drogas no local.

Já dentro da casa, a equipe policial realizou buscas e encontrou mais cinco porções grandes de maconha e dois tabletes da mesma droga. Ainda pela residência, 10 munições de calibre .9mm foram encontradas.

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O criminoso recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado ao Cisc de Tangará da Serra para registro da ocorrência, sendo entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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