MATO GROSSO
Força Tática prende homem com 25 quilos de entorpecentes em Rondonópolis
MATO GROSSO
Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam um homem de 24 anos por tráfico de drogas, na noite deste sábado (16.09), em Rondonópolis. Com o suspeito, a PM apreendeu 23 tabletes de substância de maconha e dois tabletes de cocaína.
Durante patrulhamento pelo bairro Jardim HD, a equipe da Força Tática visualizou um homem, que tentou fugir para dentro de uma residência ao ver as viaturas policiais. Na fuga, o suspeito jogou algumas porções de drogas e entrou em uma casa.
Em revista pessoal ao homem, os policiais encontraram com ele mais porções de maconha. Questionado, o suspeito revelou um segundo endereço onde teria guardado outras quantidades de drogas e encaminhou os militares até uma residência,no bairro Vila Mineira.
No local, a equipe da Força Tática encontrou na quitinete do suspeito uma caixa de papelão contendo 23 tabletes de maconha e dois tabletes de cocaína. Também no imóvel, os policiais encontraram outras porções das drogas e uma balança de precisão.
O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a Delegacia de Rondonópolis, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0