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Gavião carijó, macaco prego, jabuti e cuica são soltos em Sorriso com apoio da Sema

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Quatro animais silvestres foram soltos no município de Sorriso pela médica veterinária Lilian Medeiros, por meio de uma parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), durante esta semana.

Os animais soltos foram um gavião carijó, uma cuica, um macaco prego e um jabuti e voltaram à natureza após passarem por atendimento médico com a profissional.

O macaco prego pertence a um grupo de primatas que vive no Parque e
Ecológico de Sorriso e foi encontrado atordoado e desorientado pelo vigia do local. Após ser capturado pelo órgão de fiscalização da Prefeitura de Sorriso, foi levado para avaliação clínica apresentando algumas lesões de pele.

Por precaução, o animal foi avaliado e examinado, permanecendo em observação por 72 horas para que pudesse ser devolvido ao local de captura de forma segura.

A cuica foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros de Sorriso com lesão na cauda e recebeu os cuidados necessários para que pudesse ser devolvida em segurança a natureza. O animal também foi solto no Parque Ecológico.

O Gavião carijó foi entregue à médica veterinária pela Diretoria de Unidade Desconcentrada (DUD) de Sinop com fratura no membro inferior. Ele passou por procedimento cirúrgico e permaneceu internado durante o tempo de recuperação.

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Ainda nesse período, o animal passou pela adaptação alimentar recebendo estímulos para caça, o que tornou possível a soltura na natureza. A ave de rapina foi solta em uma mata próximo à rodovia MT 242.

O Jabuti-tinga foi capturado em uma abordagem pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Sorriso, vítima de tráfico. Foi submetido a avaliação médica e liberado para soltura branda em uma fazenda da região cadastrada pela Sema como área de soltura para animais silvestre.

A médica veterinária Lilian Medeiros, que foi a responsável pela soltura dos animais e realizou os atendimentos por meio de convênio com a Sema, comemorou a volta dos animais a seu habitat natural.

“Receber um animal silvestre para atendimento é sempre um desafio. Momentos como esses, de devolvê-los a natureza, nos impulsionam a superar todas as bicadas, mordidas e arranhões. Mantemos contato diariamente com a Sema durante o tratamento e cada recuperação é comemorada por todos”, destacou.

Veja os vídeos da soltura:
Vídeo 1
Vídeo 2
Vídeo 3

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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