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Gilberto debocha de Emanuel: “Tenho pena de quem ele apoiar”

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O deputado estadual Gilberto Figueiredo (União) criticou as declarações do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) sobre a sucessão do Palácio Alencastro, após 2024. O gestor desafiou adversários a “peitá-lo” nas eleições do próximo ano.

Figueiredo, que é secretário de Estado de Saúde, mas está na função de deputado interinamente, disse que as falas de Emanuel refletem a situação caótica em que se encontra a Prefeitura. 

“É o cúmulo da hipocrisia e o reflexo da anarquia que se instaurou em Cuiabá”, afirmou nesta quarta-feira (19) em entrevista à rádio CBN Cuiabá.

Gilberto relembrou os problemas em relação a atual gestão e debochou da força política de Emanuel após diversas polêmicas em seus dois mandatos, entre elas operações policiais e denúncias de corrupção.

“Com o caos geral estabelecido na área da Saúde, imaginar que o prefeito possa fazer grande diferença para o sucessor… Tenho pena de quem ele estiver apoiando”, disse.

Disputa acirrada 

O parlamentar ainda lembrou que no próximo ano o pleito será acirrado e disputado por nomes fortes da política.

No União Brasil já existe uma disputa interna sobre quem vai representar o partido na corrida pelo Alencastro. O deputado federal Fábio Garcia e o deputado estadual Eduardo Botelho são os cotados.

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“Existem novos nomes despontando para disputar essa eleição. Veremos no próximo ano. Iremos saber se ele efetivamente tem essa força toda”, completou.

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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