MATO GROSSO
Governador entrega escola, MT-100, W-11, e lança obras no Araguaia, Rondonópolis e Campo Verde
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes percorre parte da região do Araguaia, Rondonópolis e Campo Verde, na sexta-feira (03.06) e sábado (04.06), para entregar obras e anunciar novos investimentos para as localidades, desde asfalto novo, casas populares, pontes e ginásios.
No total, o Governo de Mato Grosso investe R$ 608 milhões nestes municípios durante os três anos e cinco meses de gestão.
Sexta-feira (03.06)
A programação começa às 8h no município de Alto Araguaia, onde o governador entrega ônibus escolares e assina os seguintes convênios e autorizações no Centro de Convivência do Idoso:
– Autorização de convênio para construção de 200 casas populares em Alto Taquari (150 MT-PAR / 50 Sinfra/Setasc)
– Autorização de convênio para construção de Ginásio Poliesportivo em Alto Taquari
– Convênio para asfaltar, fazer drenagem e sinalizar a Avenida Evangélica e Estrada Municipal em Alto Taquari
– Autorização de convênio para manutenção de asfalto em 39 ruas e avenidas de Alto Taquari
– Autorização para licitar construção de ponte Rio Ariranha MT-481 em Alto Araguaia
– Convênio para construção de 50 casas populares em Alto Araguaia (Sinfra/Setasc)
– Autorização de convênio para manutenção de asfalto em 69 ruas e avenidas de Alto Araguaia
– Autorização de convênio para reformas de pontes de madeira em Alto Araguaia
– Entrega de 120 escrituras de casas em Alto Araguaia
Somente em Alto Araguaia, o Governo de Mato Grosso investe R$ 86 milhões
Em seguida, às 10h, Mauro Mendes chega em Alto Garças, no Salão da Terceira Idade, para entregar ônibus escolares e assinar os seguintes convênios e autorizações:
– Convênio para asfaltar e fazer drenagem no bairro Novo Horizonte em Alto Garças
– Autorização de convênio para adequação do sistema de abastecimento de água em Alto Garças
No município, há mais de R$ 88 milhões de investimento do Estado.
Ao meio-dia, as entregas e assinaturas serão em Torixoréu, na AABB:
– Autorização de convênio para reforma de pontes de madeira em Torixoréu
– Autorização da licitação para recuperação de 37 km da MT-100, trecho: Pontal do Araguaia/Torixoréu
– Convênio para asfaltar e fazer drenagem em Araguainha
– Convênio para adequação do sistema de abastecimento de água em Araguainha
– Autorização de convênio para aquisição de material para manutenção de asfalto em Ponte Branca
– Autorização de convênio para aquisição de material para manutenção de asfalto em Ribeirãozinho
– Autorização de convênio para ampliação do sistema de abastecimento de água no Distrito Couto Magalhães em Ribeirãozinho
– Autorização de convênio para construção do Lar dos Idosos em Ribeirãozinho
Em Torixoréu, já foram aportados R$ 75 milhões em investimentos do Governo de Mato Grosso
No período da tarde, às 15h15, Mauro Mendes chega em Rondonópolis e inaugura a Avenida W11, que recebeu investimento de R$ 23,4 milhões do Estado.
Em seguida, às 16h, será inaugurada a Escola Militar Tiradentes Major PM Ernestino Veríssimo da Silva. Ainda no local, serão entregues ônibus escolares e assinados os seguintes convênios e autorizações:
– Ordem de serviço da obra da restauração da MT-270, trecho: Rondonópolis/São Lourenço de Fátima
– Autorização de convênio para asfaltar o acesso ao conjunto habitacional Lúcia Maggi em Rondonópolis
– Licitação para asfaltar rodovia municipal na Gleba Rio Vermelho/Comunidade Miau em Rondonópolis
– Contratação da restauração da MT-471 / Rodovia do Peixe em Rondonópolis
– Asfalto novo na MT-471 – Rondonópolis/Carimã
– Asfalto novo na MT-383/MT-270 – Rondonópolis | Três Pontes/Naboreiro
– Autorização de convênio para asfaltar e fazer drenagem do acesso da Universidade Federal em Rondonópolis
– Contratação de restauração da MT-370, trecho entr. BR-163 – Itiquira
– Contratação de asfalto novo da MT-299, trecho entr. BR-163 / 364 – terminal ferroviário em Itiquira
– Autorização de convênio para construção do Centro de Treinamento em Artes Marciais em Itiquira
– Autorização de convênio para construção de campo de futebol em Tesouro
– Autorização de convênio para revitalização de praça em Tesouro
– Convênio para manutenção de asfalto em 45 ruas e avenidas de Tesouro
– Autorização de convênio para construção de ponte de concreto Rio Prata em Guiratinga
– Autorização de convênio para asfaltar e fazer drenagem nos bairros Tancredo Neves, Santa Cruz e Jardim Brasil – etapa 2, em Guiratinga
– Autorização de convênio para asfaltar 21 ruas em São José do Povo
– Autorização de convênio para conservação de 27 ruas em São José do Povo
– Contratação da restauração da MT-458/459 – Pedra Preta/São José do Povo
– Autorização de convênio para asfaltar, fazer drenagem e sinalizar o Bairro Jardim Urupes e outras ruas de Pedra Preta
No total, Rondonópolis recebeu mais de R$ 230 milhões em investimentos do Estado nesta gestão
Sábado (04.06)
Em Campo Verde, a partir das 9h, o governador entrega ônibus escolares e assina os seguintes convênios e autorizações no pátio da empresa Bunge:
– Convênio para construção de ponte Rio das Mortes – Estrada do Garbugio
– Convênio para asfalto na Estrada do Garbugio/PA Dom Osório Stofell
– Autorização de convênio para manutenção de ruas e avenidas
No município, os investimentos do Governo de Mato Grosso já totalizam R$ 129 milhões.
CONFIRA O CRONOGRAMA
SEXTA-FEIRA (03.06)
ALTO ARAGUAIA
8h – Entrega de ônibus e assinatura de convênios e autorizações. Local: Centro de Convivência do Idoso
ALTO GARÇAS
10h – Entrega de ônibus e assinatura de convênios e autorizações. Local: Salão da Terceira Idade
TORIXORÉU
12h – Entrega de ônibus e assinatura de convênios e autorizações. Local: AABB
RONDONÓPOLIS
15h15 – Inauguração da W11
16h – Inauguração da Escola Militar Tiradentes Major PM Ernestino Veríssimo da Silva, com entrega de ônibus escolares e assinatura de convênios e autorizações
SÁBADO (04.06)
CAMPO VERDE
9h – Entrega de ônibus e assinatura de convênios e autorizações. Local: pátio da empresa Bunge
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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