MATO GROSSO
Governador vistoria obras e assina mais de R$ 157 milhões para as regiões de Primavera e Campo Novo
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes passa pelos municípios de Primavera do Leste, Campo Novo do Parecis e Sapezal, nesta quinta e sexta-feira (12 e 13/05), para vistoriar obras e lançar mais de R$ 157 milhões em investimentos para as regiões.
A agenda inicia às 15h, em Primavera do Leste, com vistoria nas obras de reforma e ampliação de nova escola estadual no Bairro Primavera II, que recebe investimento de R$ 1,9 milhão do Governo do Estado.
Em seguida, às 15h30, o governador vistoria o andamento da construção da Escola Técnica Estadual, cujas obras estão na reta final.
No local, Mauro Mendes assina convênios destinando mais de R$ 47 milhões em investimentos para a região.
Em um dos convênios, o Governo do Estado vai destinar R$ 2,2 milhões para a construção do novo quartel do Corpo de Bombeiros Militar de Primavera do Leste, com contrapartida de R$ 1,1 milhão da Prefeitura.
A Polícia Militar também será beneficiada com convênio no valor de R$ 4 milhões para um novo quartel.
Ainda será autorizada a licitação para asfalto novo de 18,9 km na MT-334/338, no entroncamento da MT-453 até a Colônia Russa. Serão investidos R$ 17,9 milhões na obra.
Outra melhoria da malha asfáltica será a assinatura de convênio para restauração das MTs 448 e 486, do entroncamento da MT-130 até o fim da pavimentação. Nestas obras, serão aportados R$ 12,1 milhões.
Ainda na infraestrutura, serão firmados convênios para a construção de pontes sobre os rios Sapé, Café, Sangradorzinho, Culuene e 15 de Agosto, com repasse do Estado na ordem de R$ 11,7 milhões.
Já os municípios de Poxoréu e Dom Aquino serão beneficiados com convênios para melhorias nas vias urbanas. Poxoréu receberá R$ 851,2 mil do Estado para conservação de ruas com lama asfáltica, enquanto Dom Aquino terá aporte de R$ 2,2 milhões para fazer asfalto novo em diversas ruas. O Governo também fará entrega de ônibus escolares a municípios da região.
À noite, o governador participa do evento de comemoração dos 36 anos de emancipação de Primavera do Leste.
Sexta-feira
Na manhã de sexta-feira (12.05), às 9h30, Mauro Mendes chega a Campo Novo do Parecis e inspeciona as obras de recuperação da MT-358 e, após, as instalações de uma algodoeira.
A partir das 14h30, na Câmara Municipal, será assinado um termo de parceria para regularização fundiária e novos convênios para Campo Novo do Parecis e Brasnorte.
Em um deles, o Governo de Mato Grosso vai repassar R$ 3,1 milhões para a prefeitura de Campo Novo do Parecis asfaltar e fazer drenagem na Avenida Frei Galvão e na Linha Santa Maria, na zona rural do município, englobando 13,4 mil m². O convênio também conta com emendas do deputado federal Neri Geller.
A Prefeitura de Brasnorte também será contemplada com convênio para asfaltamento dos bairros Renascer, Jardim das Oliveiras, Bela Vista, Arco Íris e Parque das Nações. Serão investidos R$ 6 milhões nas obras, que também contam com emendas do senador Carlos Fávaro.
Outro convênio em benefício da população de Brasnorte será a construção do aeródromo. O governador vai destinar R$ 5 milhões para a obra.
Às 17h, Mauro Mendes encerra a agenda no auditório da Prefeitura de Sapezal, com a destinação de recursos para a malha asfáltica da região.
Na ocasião, será autorizada a licitação da restauração de 103,8 km da MT-235, entre Campo Novo do Parecis e Sapezal. O Estado vai investir R$ 83,1 milhões nessa obra.
Mais R$ 8,1 milhões serão destinados para a recuperação de 45,6 km da MT-388 e outros R$ 12 milhões para asfalto novo em 50 km de estradas rurais.
Para a habitação, será firmada parceria para a construção de 184 unidades habitacionais em Sapezal, bem como para a infraestrutura do empreendimento.
Confira a agenda:
QUINTA-FEIRA (12.05)
15h – Vistoria às obras da Escola Nova
15h30 – Vistoria às obras da Escola Técnica, com ato de entrega e assinatura de convênios
SEXTA-FEIRA (13.05)
9h – Vistoria às obras de recuperação da MT-358 e visita às instalações de Algodoeira
14h30 – Ato de assinatura de convênios em Campo Novo do Parecis. Local: Câmara Municipal
17h – Ato de assinatura de autorizações de licitação e convênios em Sapezal. Local: Auditório da Prefeitura
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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