MATO GROSSO
Governo de Mato Grosso investe R$ 6,2 milhões na construção de escola em Primavera do Leste
MATO GROSSO
O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), vai investir R$ 6,2 milhões na construção de uma escola estadual no bairro Jardim Luciana, em Primavera do Leste.
A ordem de serviço foi assinada nesta sexta-feira (04.03), na prefeitura do município. As obras serão realizadas pela Construtora Modelar e a previsão de execução é de 510 dias. Os recursos são do Programa Mais MT.
O projeto contempla 16 salas de aula, banheiros, refeitório, laboratório, biblioteca, quadra poliesportiva coberta e vestiário. Mais de mil estudantes serão atendidos na unidade.
“Uma escola nova sem dúvida é um atrativo e incentivo para os nossos estudantes. Além de investimentos na infraestrutura, focamos no processo de aprendizagem, pois o futuro do nosso estado também é direcionado pelas ações da educação”, afirmou o secretário de Educação, Alan Porto.
O prefeito de Primavera, Leonardo Bortolin, destacou o trabalho integrado e os resultados das gestões municipal e estadual.
“Hoje é um dia histórico para o município de Primavera. Contaremos com a construção de uma escola modelo, e o Governo de Mato Grosso tem contribuído muito com a melhoria da qualidade do ensino público e parcerias em diversas obras”, afirmou o prefeito.
Também participaram da assinatura as secretárias adjuntas da Seduc Karina França (infraestrutura) e Flávia de Souza Soares (gestão de pessoas), a secretária municipal de Educação de Primavera, Adriana Tomasoni, o prefeito do município de Poxoréu, Nelson Paim, vereadores de Primavera e de Poxoréu.
VISTORIAS
Após a assinatura do documento, o secretário Alan Porto também acompanhou o andamento das obras para a construção de quadras poliesportivas nas Escolas Estaduais Alda Gawlinski Scopel e Ceja Getúlio Dornelles Vargas.
As ordens de serviço foram assinadas em janeiro deste ano e somam mais de R$ 5 milhões em investimentos, pois também serão construídas quadras cobertas nas escolas Padre Onesto Costa, Paulo Freire e Campo Vila União. A condução destas obras era aguardada pela comunidade escolar há mais de 20 anos.
Ele também visitou a sede da Diretoria Regional de Educação (DRE) de Primavera, Escola Técnica Estadual, Escola Estadual Sebastião Patrício e a Escola Estadual Campo Massapé, onde fica localizada uma colônia Russa, que atende 130 alunos da rede estadual, nos ensinos fundamental e médio.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0