MATO GROSSO
Governo de MT investe R$ 1,2 bilhão para melhorar a mobilidade urbana de Cuiabá
MATO GROSSO
O Governo de Mato Grosso realiza investimento de R$ 1,2 bilhão de reais em ações de infraestrutura em Cuiabá, entre obras já entregues, em execução ou já contratadas. Por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), a capital do Estado recebe obras que vão melhorar o trânsito, facilitar o acesso à cidade e também dar mais qualidade de vida para a população.
A Sinfra-MT está construindo o prolongamento da Avenida Parque do Barbado. A obra vai garantir uma ligação entre a Avenida das Torres e a Estrada do Moinho em um investimento de R$ 14,5 milhões. Até o momento, a obra já superou 50% de execução.
Em 2020, o Governo entregou a primeira parte da Avenida Parque do Barbado, inicialmente planejada para a Copa de 2014, mas que ficou quatro anos parada em gestões anteriores. Ao lado da Avenida, a Sinfra-MT finalizou a construção do Centro Oficial de Treinamento (COT) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), outro projeto previsto para a competição mundial.
O trabalho de restauração da Avenida Archimedes Pereira Lima também está em andamento. O Governo está refazendo toda a base e o asfalto de um trecho de cinco quilômetros entre a rotatória do Boa Esperança e o Complexo Viário do Tijucal, com o objetivo de resolver todos os problemas da avenida. O investimento é de R$ 14,7 milhões.
A Trincheira Jurumirim, restaurada e finalizada, é outra obra prevista para a Copa já entregue pelo Governo do Estado.![]()
No bairro Jardim Industriário, o Governo está duplicando a Avenida V2. O objetivo é melhorar o trânsito em uma das regiões mais populosas de Cuiabá, eliminando os congestionamentos e dando mais segurança para os pedestres. O investimento no local é de R$ 6,6 milhões, incluindo iluminação, e 40% do trabalho já foi executado.
Na mesma região, com um investimento de R$ 26,2 milhões, a Sinfra-MT está recuperando diversas ruas do Distrito Industrial de Cuiabá.
Uma nova ponte de concreto sobre o Rio Cuiabá está em fase de conclusão, ligando os bairros Parque Atalaia, na capital, e Parque do Lago, em Várzea Grande. A estrutura da ponte, orçada em R$ 40,4 milhões, já foi finalizada e a Sinfra-MT iniciou a construção do acesso à estrutura.
O secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, lembra que a ponte foi licitada e iniciada em gestões anteriores sem que existisse sequer um projeto de acesso a ela. Com isso, a atual gestão precisou realizar os projetos, licitar a construção e iniciar a obra, para que a ponte não ficasse parada no ar.![]()
“O governador Mauro Mendes sempre disse que todas as obras iniciadas deveriam ser finalizadas. Por isso, trabalhamos para solucionar todos os problemas que impediam que as obras fossem finalizadas, além de lançar novos projetos para melhorar a infraestrutura de Cuiabá, que é a capital de todos os mato-grossenses”, afirma o secretário.
A Sinfra-MT também está executando a revitalização da Avenida 8 de Abril, com asfalto novo e iluminação pública. Terá início neste ano a pavimentação da Avenida Mário Palma. A obra foi licitada e contratada em 2021, mas, devido a não execução por parte da empresa vencedora do processo, a Sinfra-MT precisou romper o contrato e realizar uma nova licitação.
Asfalto nos bairros
Sonho antigo de diversos moradores, a Sinfra-MT vai asfaltar oito bairros da capital. Com a diminuição das chuvas, as obras vão começar em abril, garantindo o fim da lama e da poeira para moradores dos bairros Novo Tempo, Novo Milênio, Campo Verde da Esperança, Jardim Aroeira, Novo Horizonte, Tancredo Neves, Planalto e Alto Boa Vista, em um investimento de R$ 42 milhões.
A obra licitada pelo Estado ficou paralisada durante quatro meses devido a falta de autorização por parte da prefeitura. Após um acordo intermediado pelo Tribunal de Contas do Estado, o processo voltou a ter andamento. A Sinfra-MT também está asfaltando ruas do bairro Jardim Fortaleza e Morada do Ouro III, com investimentos de R$ 7 milhões e R$ 2,2 milhões, respectivamente.
“É muito bom ver o interesse do Estado em investir em Cuiabá, principalmente na infraestrutura”, afirma o deputado estadual Diego Guimarães.
Rodovias
O Governo de Mato Grosso também trabalha para melhorar os acessos para a capital. Apenas a MT-251, a Estrada de Chapada, recebeu R$ 49,5 milhões em investimentos. A Sinfra-MT restaurou toda a rodovia, entre a Fundação Bradesco e o município de Chapada dos Guimarães, e construiu um novo posto de fiscalização para a Polícia Rodoviária.
Além disso, foi realizado um investimento em iluminação pública. Ainda em 2020 foi entregue a iluminação do trecho urbano da rodovia, recém duplicado, entre a rotatória da MT-010 e a Fundação Bradesco. No fim de 2022 foi entregue a iluminação em LED do trecho entre a Fundação Bradesco e o Trevo para Manso, mudando o visual da estrada e garantindo mais segurança para motoristas e também ciclistas.![]()
Ainda na MT-251, a Sinfra-MT construiu o acesso ao Parque Novo Mato Grosso, com a construção de um viaduto e duas pontes de concreto sobre o Rio Bandeira. A Sinfra-MT também entregou o asfalto da MT-402, que liga a Estrada até o distrito do Coxipó do Ouro, possibilitando que o berço de Cuiabá finalmente tivesse um acesso por via pavimentada, após mais de 300 anos.
Pensando no futuro, a Sinfra-MT contratou e iniciou a elaboração do projeto para duplicar a rodovia no trecho fora do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães.
Na MT-040, entre Cuiabá e Santo Antônio do Leverger, o Governo de Mato Grosso está finalizando a iluminação em LED dos 17 km da rodovia, garantindo mais segurança para todos os motoristas que precisam passar pelo trecho no período noturno. Em 2023, será executada também a restauração do asfalto da rodovia.
Um dos objetivos é melhorar o acesso ao Novo Hospital Universitário Júlio Muller, construído em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso, com um investimento de R$ 218 milhões.
A MT-010, que liga Cuiabá até o Distrito da Guia e Rosário Oeste também recebeu investimentos do Estado. A atual gestão finalizou a duplicação da Avenida Helder Cândia, entre a rotatória com a MT-251 e o Rodoanel, e entregou a iluminação pública do trecho.
A Sinfra-MT já contratou a elaboração do projeto para duplicar a MT-010 o distrito de Nossa Senhora da Guia e restaurar o trecho até Rosário Oeste.
Outras obras foram contratadas e serão executadas nesse ano, como a pavimentação da MT-400, a antiga Estrada da Guia, e as MTs 401 e 402, que ligam o distrito do Aguaçu e terão trechos recuperados e asfaltados.
A Sinfra-MT também vai licitar novamente o asfalto da MT-030, que liga o bairro Dr. Fábio até a Ponte de Ferro. O contrato com a antiga empresa precisou ser rescindido devido a não execução das obras. A Sinfra-MT irá licitar a pavimentação até o Coxipó do Ouro.
Rodoanel
A Sinfra-MT também tirou do papel a obra do Contorno Norte do Rodoanel de Cuiabá. Com um investimento de R$ 204,9 milhões já teve início a construção de duas novas pontes sobre o Rio Cuiabá.
O lote 1 do Rodoanel terá 21,5 km de extensão, entre a BR-163/364 em Várzea Grande e a MT-251 em Cuiabá, em pista duplicada em concreto. A obra prevê ainda construção de viadutos sobre a MT-010 e a BR-163, uma trincheira sob a Avenida Antártica.
BRT
O Governo também licitou a obra do BRT em Cuiabá e Várzea Grande. Com um orçamento de R$ 468 milhões, será construído um corredor nas duas cidades, trazendo melhorias para os usuários do transporte público.![]()
Obras já entregues![]()
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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