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Governo de MT investe R$ 2,4 milhões e garante ampliação do programa Recytec

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O Governo de Mato Grosso entregou, nesta quarta-feira (03.05), 120 certificados para os alunos participantes do Programa de Recondicionamento de Equipamentos Eletrônicos (Recytec). Na ocasião, o governador Mauro Mendes assinou convênio garantindo investimento de R$ 2,4 milhões para realização de novas formações pelos próximos dois anos.

A expectativa é que apenas em Cuiabá o curso garanta a qualificação de mil alunos e o processamento de mil toneladas de descartes eletrônicos.

Além dos certificados, também foram repassados 100 computadores, recondicionados durante as aulas do curso, para 37 entidades parceiras dos programas sociais, coordenados pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.

Fruto de uma parceria do Governo do Estado com a ONG Programando o Futuro, o curso proporcionou meses de aprendizado sobre reciclagem de materiais eletrônicos, transformando resíduos em oportunidades. Além de promover empreendedorismo e empregabilidade, a formação possibilitou a integração dos estudantes e o desenvolvimento de um olhar sustentável para a tecnologia.

A formação contou com a participação dos estudantes da Escola Estadual Militar Tiradentes, que no contra turno das aulas regulares puderam aprender novas habilidades dentro dos laboratórios da Escola Técnica Estadual de Cuiabá. Ao todo foram dois meses de curso, que envolveram conteúdos como introdução a informática intermediária.

De acordo com o governador, o Recytec deve ser olhado como um projeto que vai além da inclusão digital, proporcionando também a destinação sustentável de equipamentos que antes seriam descartados.

“É um projeto que pode ser olhado sob diversas óticas, diversos ângulos, mas em todos eles nós veremos algo extremamente positivo. Quando você olha sob a perspectiva ambiental, coisas que iriam para o lixo, agora são reaproveitadas. Quando se olha pelo lado educacional, olha quanta oportunidade de aprendizado e conhecimento. Sob o ponto de vista tecnológico, milhares de jovens estão sendo inseridos nessa inclusão digital”, afirmou Mendes.

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Durante seu discurso, Mauro ainda garantiu que, em parceria com o Governo Federal, irá alocar mais recursos para que o programa chegue a um número ainda maior de mato-grossenses.

“A expectativa é ampliar ele gradativamente. Nós precisamos consolidar essa primeira experiência aqui na cidade de Cuiabá e a partir dele fazer ajustes no projeto, ganhar competência e ampliar para outros polos para que a gente possa ter a qualificação e reutilização sendo mais abrangente no Estado de Mato Grosso”, acrescentou.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, reforçou a importância da continuidade do projeto do ponto de vista sustentável e também agradeceu a parceria junto à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), que ajudou a identificar as entidades que receberam os computadores recondicionados.

“É uma honra estar formando esses jovens. Nós somos um conjunto de entidades em prol da sociedade. Esse projeto une várias ações de sustentabilidade, e culmina na entrega de computadores reciclados para entidades que realmente precisam”, disse Allan.

O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, apontou que o grande diferencial da ação proposta pelo Recytec está na união entre inclusão digital e social.

“Estamos focados em fazer desses programas um mecanismo de inclusão. Fazendo desses instrumentos algo além da inclusão digital, pensando também na inclusão social, ofertando cursos como esses de informática, computação, robótica, manutenção e montagem de equipamentos”, pontuou o ministro.

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Ainda em sua fala, Juscelino afirmou que o Governo Federal será parceiro na continuidade das ações de formação no Estado. Segundo o ministro, a inclusão digital sustentável é um dos focos da administração Federal.

“Nessa manhã fiz questão de vir aqui no estado de Mato Grosso, governado de forma muito exitosa pelo governador Mauro Mendes, que vem transformando o Estado no que tange a inclusão digital. Vim aqui trazer nossa palavra de parceria. Me coloco à disposição do Governo do Estado para que a gente consiga avançar cada vez mais nessa pauta que é tão importante para o nosso país”, declarou.

Participaram do evento os senadores Jayme Campos e Wellington Fagundes, o deputado federal Fábio Garcia, o deputado estadual Sebastião Rezende, o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, o secretário-chefe de Gabinete de Governo, Jordan Espíndola, a secretária de Comunicação, Laice Souza, o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Jefferson Neves, a secretária de Agricultura Familiar, Teté Bezerra, e a secretária de Assistência Social e Cidadania, Grasielle Bugalho.

Também estiverem presentes a reitora da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Vera Maquêa, comandante-geral da Polícia Militar, Alexandre Mendes, comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Alessandro Borges, controlador-geral do Estado, Paulo Farias, e o presidente da MT Gás, Aécio Rodrigues.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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