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Governo de MT lança novas linhas de crédito para o trade de turismo e capital de giro

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A Desenvolve MT, instituição financeira do Governo de Mato Grosso, está retomando a oferta de linhas de crédito para capital de giro e crédito específico ao trade de turismo.

O capital de giro é para qualquer tipo de empresa que precisa potencializar o fluxo de caixa, comprar mercadorias e aproveitar oportunidades de negócios. E para o turismo é para o empreendedor que precisa de capital de giro e investimento fixo.

A iniciativa é direcionar todos os esforços para as empresas no processo de retomada da atividade econômica pós-pandemia, e também acelerar a retomada da atividade econômica e manter um bom ambiente de negócios, capaz de gerar empregos e melhorar a renda dos mato-grossenses.

‘’Um dos setores que mais recebeu apoio na pandemia do Governo foi o turismo, e o segmento vem se recuperando. O crédito vem para alavancar as empresas já estabelecidas, a meta da agência é ampliar o valor em concessão de crédito neste ano”, explica o presidente da Desenvolve MT, Jair Marques.

Até abril deste ano, já foram liberados mais de R$ 3,8 milhões em crédito aos empreendedores. Em 2021, a Desenvolve MT liberou R$ 21,1 milhões em crédito para diversos setores como serviços, turismo, bares e restaurantes e outros.

Atualmente a agência mantém uma carteira de crédito de aproximadamente R$ 54.862.278,00 de recursos, com 2.206 clientes ativos em circulação em 92 municípios.

Vale ressaltar, que além das novas linhas, a agência possui em seu portfólio outros quatros programas de crédito destinado para diversos segmentos da economia.

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Desenvolve Capital de Giro

Recurso rápido para a empresa, no valor de até R$ 100 mil, com prazo total de até 36 parcelas para quitação, sendo até seis meses de carência. A taxa de juros de 2% ao mês, com 30% de bônus de adimplência para pagamento em dia na fase de amortização.

Para o microempreendedor individual (MEI) o capital de giro pode ser de até R$ 20 mil. A empresa precisa ter um ano de histórico de faturamento e estar sediada em Mato Grosso.

Desenvolve Turismo

Dentro da categoria do turismo, são quatro modalidades ofertadas para investimentos ao microempreendedor individual, micro e pequena empresa. 

As empresas precisam ter histórico mínimo um ano de faturamento, estar sediada no Estado de Mato Grosso e possuir o cadastro de prestadores de serviços turísticos (Cadastur), do Ministério do Turismo. Veja abaixo o que pode ser financiado para o setor de turismo.  

Obra Civil – A iniciativa oferece uma linha de crédito no valor de até R$ 1milhão, com prazo total de 72 meses para quitação, e carência de 24 meses. Taxa de juros de 1,20% ao mês, com bônus de 30% para pagamento em dia na fase de amortização. O foco do crédito é para a empresa que pretende financiar infraestrutura física, como implantação, ampliação e modernização e reforma e outros.

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Máquinas e Equipamentos – Crédito destinado a financiar máquinas e equipamentos nacionais novos. Com valor de até R$ 500 mil, prazo total de 60 meses para quitação, com carência de 12 meses. Taxa de juros de 1% ao mês, com bônus de adimplência de 30% para pagamento em dia.

Transporte – Crédito destinado a financiar até 80% do veículo utilizado exclusivamente para empresas que atuam em atividades econômicas relacionadas ao turismo.

O valor da linha de crédito é de até R$ 500 mil. Taxa de juros de 1,20% ao mês, sendo 30% para pagamento em dia na fase de amortização. Prazo total de até 60 meses e carência de três meses.

Capital de Giro – A linha de crédito destinado a capital de giro, o valor vai até R$ 100 mil. Com prazo de 48 meses, e carência de até seis meses com taxa de juros de 2% ao mês, e 30% para pagamento em dia na fase de amortização. Para o microempreendedor individual (MEI) o capital de giro pode ser de até R$ 20 mil. 

A solicitação do crédito é feita toda online através do site.

Mais informações (65) 3613-7900.

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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