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Governo faz parceria com prefeituras para melhorar aeroportos públicos de MT

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Além do investimento em estradas e da chegada da Primeira Ferrovia Estadual, o Governo de Mato Grosso instituiu um programa estadual de investimento para melhorias dos aeroportos públicos, com o programa Mais MT Aeródromos Públicos. O objetivo é reestruturar a infraestrutura aeroportuária do Estado e facilitar o deslocamento das pessoas dentro do território mato-grossense, com mais de 900 mil quilômetros quadrados de área.

Mato Grosso possui atualmente 33 Aeródromos Públicos, sendo que quatro deles (Cuiabá/Várzea Grande, Sinop, Alta Floresta e Rondonópolis) estão sob concessão federal. Atualmente, oito aeródromos estão recebendo obras ou com projetos aprovados e outros oito estão em fase de elaboração de projetos.

Entre as ações previstas estão a pavimentação ou recuperação do asfalto das pistas, modernização dos equipamentos aeroportuários e construção de cerca patrimonial, fundamental para garantir a segurança da operação com aeronaves.

Até o momento, uma obra foi realizada diretamente pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), na cidade de Juara, onde as pistas do aeroporto foram asfaltadas e está em construção a cerca do local.

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“Investir em aeródromos é pensar em logística de forma estratégica. Os municípios passam a ser atendidos por UTIs aéreas, aeronaves da polícia, é um estímulo para o turismo. O avião atrai pessoas e diminui distâncias, principalmente num estado com uma enorme extensão territorial, como é Mato Grosso”, disse o secretário de Infraestrutura, Marcelo Oliveira.

Convênios 

Mais sete convênios foram formalizados para que recursos sejam transferidos para as prefeituras executarem as seguintes obras:

Canarana: Pavimentação das pistas de pouso e decolagem, de taxiway, de pátio, sinalização horizontal e instalação de equipamentos de auxílio aos pousos.

Vila Rica: Pavimentação das pistas de pouso e decolagem, de taxiway e pátio de estacionamento, sinalização horizontal, além da construção de cerca.

Porto Alegre do Norte: Construção de cerca patrimonial e operacional.

Brasnorte: Pavimentação das pistas de pouso e decolagem, de taxiway, pátio de estacionamento, sinalização horizontal e construção de alambrado de proteção do aeródromo municipal.

Matupá: Restauração das pistas de pouso e decolagem, de taxiway e pátio, além da adequação da cerca e sinalização horizontal.

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Cáceres: Recuperação do asfalto da pista de pouso e decolagem.

Água Boa: Construção do Alambrado de proteção.

Outros oito projetos estão em elaboração para formalização de convênios com os municípios de Alto Araguaia, Confresa, Diamantino, Tangará da Serra, Poconé, Primavera do Leste, Guarantã do Norte e Colíder.

Para garantir que outras localidades possam receber voos, a Sinfra-MT firmou sete termos de cooperação para encontrar lugares que possam receber novos aeródromos. Os termos foram firmados com os municípios de Apiacás, Cocalinho, Campo Verde, Diamantino, Guiratinga, Mirassol D’Oeste, Paranatinga, Nova Bandeirantes, Nova Canaã do Norte, Sapezal e Poconé, na região turística do Porto Jofre.

Fonte: GOV MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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