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Governo finaliza obras de mobilidade previstas para a Copa do Mundo em Cuiabá

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Nos últimos quatro anos, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra/MT) trabalhou para finalizar uma série de obras, inicialmente previstas para a Copa do Mundo de 2014, mas que ficaram inacabadas em outras gestões. Foram entregues para a população a Avenida Parque do Barbado e a Trincheira Jurumirim e está em andamento, com previsão de entrega para o início de 2023 a recuperação da Estrada do Moinho.

O Complexo Viário Engenheiro José Luiz Borges Garcia começou a ser construído em 29 de março de 2012, dentro do pacote de obras de mobilidade para a Copa. O objetivo era justamente aliviar o trânsito na Avenida Miguel Sutil, nas rotatórias com as avenidas dos Trabalhadores e Jurumirim.

Com orçamento inicial de R$ 50,5 milhões, as obras foram realizadas pelo Consórcio Sobelltar. No entanto, os serviços foram paralisados com 98% de execução e no fim de 2014 começaram a surgir infiltrações nas cortinas, que são as paredes da trincheira, além de defeitos no pavimento da parte interna. O Governo do Estado tentou negociar os reparos com o consórcio, mas não obteve um acordo e agora busca a sua responsabilização.

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Para resolver os problemas, a atual gestão realizou uma série de estudos e lançou um novo procedimento licitatório, que apontou o consórcio LM Cuiabá como vencedor, com uma proposta de R$ 14,2 milhões.

Iniciada em junho de 2021, a recuperação retirou toda a capa asfáltica e refez o sistema de drenagem e de base. O sistema de iluminação também precisou ser trocado, para garantir luminosidade adequada à trincheira e garantir maior segurança aos condutores. O trânsito na parte inferior foi liberado em 28 de janeiro de 2022 e a parte superior foi finalizada no primeiro semestre.

Avenida Parque do Barbado

Com extensão de 1,6 quilômetro, a Avenida Parque do Barbado foi retomada em abril de 2019 pelo Governo do Mato Grosso. Além da via duplicada, ligando a Avenida Fernando Corrêa à Estrada do Moinho, também foram implantadas galerias no Córrego do Barbado, rotatória, sinalização, iluminação e paisagismo.

O Governo do Estado também deu início à construção da segunda etapa da avenida, ligando a Estrada do Moinho à Avenida das Torres. “Esta avenida terá uma grande capacidade, quando concluída definitivamente, sendo uma das mais importantes transversais na cidade de Cuiabá. Esta é mais uma contribuição do governo para a mobilidade urbana da Capital”, destacou o governador Mauro Mendes, durante a inauguração.

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Estrada do Moinho

Outro problema antigo, que está sendo resolvido pela atual gestão, é a Avenida Archimedes Pereira Lima, a Estrada do Moinho. Sua duplicação começou a ser executada em 2012, sem projeto executivo e desde o início apresentou uma série de problemas, que não foram resolvidos pela empresa, o que levou a Sinfra-MT a rescindir o contrato unilateralmente.

Com um investimento de R$ 12 milhões, a Sinfra-MT está corrigindo todos os problemas no sistema de drenagem, refazendo a base e o asfalto, em uma extensão de 4,5 km da avenida, entre a rotatória do bairro Boa Esperança e o Complexo Viário do Tijucal.

A obra está sendo realizada em trechos, para evitar uma interdição total que possa prejudicar os cidadãos. A previsão é que os trabalhos sejam finalizados em março de 2023.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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