Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Governo investe para asfaltar novos corredores logísticos no Estado

Publicados

MATO GROSSO

O Governo do Estado trabalha para asfaltar três rodovias que vão criar novos corredores logísticos unindo as regiões Sul e Norte de Mato Grosso. Com obras já realizadas e outros trechos em andamento, as MTs 010, 130 e 140 fazem parte do planejamento estratégico para melhorar a infraestrutura do Estado.

A MT-010 é uma rodovia que sai de Cuiabá e chega até Alta Floresta, passando por vários municípios no caminho. Desde 2019, a Sinfra-MT já asfaltou 125 quilômetros dessa rodovia e outros 179 estão com obras em andamento. Há ainda 66 km em fase de licitação e mais 23 em fase de elaboração de projeto.
No momento, as obras são realizadas no trecho entre Ipiranga do Norte e o distrito de Nova Fronteira, em Tabaporã. Também há obras entre São José do Rio Claro e Nova Mutum. Os investimentos na rodovia somam R$ 396,8 milhões, incluindo a construção de três pontes de concreto.
Além do asfalto no norte do Estado, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística também elabora projeto para duplicar a MT-010 entre o Rodoanel de Cuiabá e Várzea Grande e o Distrito da Guia, trazendo mais segurança para os motoristas da capital.
“Asfaltar essas rodovias estruturantes é uma das principais ações do Governo do Estado. São obras que aproximam regiões que estavam distantes, que criam novos caminhos e que atendem todos os cidadãos, que têm o direito de se locomover em estradas asfaltadas”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.
A MT-130 é uma rodovia que permite sair de Rondonópolis e chegar em Feliz Natal,passando por Poxoréu, Primavera do Leste e Paranatinga. A atual gestão asfaltou 132 km da rodovia e outros 38 estão em execução, em um investimento de R$ 185,9 milhões. Ainda há projeto para asfaltar mais 124 km.
Recentemente o Governo do Estado finalizou o asfalto entre Paranatinga e a localidade conhecida como Sete Placas. As obras no momento se concentram no trecho entre Santiago do Norte e o Rio Ronuro.
A MT-140 já teve 281 km asfaltados desde 2019, sendo que mais 101 km estão em obras. Essa rodovia permite sair de Campo Verde e chegar até Sorriso, passando por Santa Rita do Trivelato, Planalto da Serra e Nova Brasilândia, podendo ser uma das principais alternativas ao trânsito da BR-163. Nos últimos quatro anos a estrada recebeu R$ 425,6 milhões em investimento.
“Além dessas, temos outras rodovias que mudam a logística de Mato Grosso, como a MT-242 de Sorriso até Brasnorte, ou a MT-208 que vai ligar o Norte e o Noroeste de Mato Grosso, com a construção de uma ponte de 1.360 metros. São obras que vão melhorar em muito a questão logística do Estado”, completa o secretário Marcelo de Oliveira.
Investimentos em estradas
Entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022, o Governo de Mato Grosso asfaltou 2.505 km de rodovias, em um investimento de R$ 2,5 bilhões. O objetivo, até o final de 2026 é superar esse número.
Entendendo a numeração das rodovias
Durante audiência na Assembleia Legislativa, o secretário adjunto de obras Rodoviárias Nilton de Britto explicou a numeração das rodovias.
Aquelas que começam em 0, como a MT-010, MT-020 ou MT-030, são rodovias que saem de Cuiabá para o interior.
As rodovias que começam com 1, com a MT-130 e 140, são rodovias que cortam o Estado de Norte ao Sul.
Já as rodovias que começam com 2, como a MT-251, ou MT-242, são rodovias que saem do leste para o oeste.
As estradas iniciadas com 3, como a MT-343 e MT-320, são aquelas que cruzam o estado na diagonal.
Por fim, as estradas que começam com 4 são estradas regionais de ligação. Perto da capital, é o caso das MTs 400, 401 e 402.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Conheça a salgadeira da Getúlio que faz sucesso há uma década
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Setenta famílias assinam contrato para compra de apartamento subsidiado pelo governo do Estado em Nova Mutum

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Hospitais privados poderão fazer compras conjuntas para diminuir custo

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA