MATO GROSSO
Grupo Petrópolis divulga Relatório de Sustentabilidade de 2023 com destaque para assinatura do Pacto Global da ONU
MATO GROSSO
O Grupo Petrópolis, única cervejaria com capital 100% nacional, apresenta seu Relatório Anual de Sustentabilidade referente ao ano de 2023. Em sua quarta edição, o documento, ressalta as ações da empresa ligadas as pautas de ESG, além de destacar a adesão ao Pacto Global da ONU, comprometendo-se com os seus 10 princípios orientadores para guiar sua agenda ESG. Outro destaque é que, em 2023, a empresa aumentou em 85% as suas aplicações na área, na relação com o ano anterior.
Além disso, os investimentos em ações de economia circular vêm trazendo bons resultados para empresa, ao longo de 2023, o Grupo Petrópolis obteve uma receita recorde de R$ 30 milhões com a destinação dos resíduos industriais. A ação teve base em estudos realizados pela companhia e em parcerias firmadas que possibilitaram inserir os resíduos da fabricação de cerveja em novos processos para geração de produtos, com posição mais rentável para o Grupo.
Ao assinar o Pacto Global, o Grupo Petrópolis assumiu três compromissos públicos principais: reduzir/neutralizar as emissões de gases de efeito estufa por hectolitro produzido (ligado ao ODS 13 – Mudança Global do Clima); implementar economia circular visando aterro zero nas fábricas (relacionado ao ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis); e impactar 10 mil famílias por meio do Programa Cidade Sustentável (ligando-se aos ODS 3 – Saúde e Bem-estar e 9 – Industria, Inovação e Infraestrutura).
Em 2023, a empresa intensificou suas iniciativas socioambientais, destacando o Programa de Educação Socioambiental, o Programa Cidade Sustentável e o projeto de Circularidade do Vidro, que tiveram resultados expressivos e demonstraram progressos significativos. Além disso, o Grupo Petrópolis realizou seu primeiro inventário de carbono, revelando que a produção de cada hectolitro de bebida gera 43,9 KgCO² equivalentes, estabelecendo assim uma base para metas de longo prazo.
É com grande satisfação e orgulho que apresentamos a quarta edição do nosso Relatório de Sustentabilidade, que mostra nossa trajetória de crescimento e os frutos até aqui colhidos. Reafirmamos nosso compromisso em aprimorar nossa cultura ESG, com a prática da melhoria contínua e da inovação em nossos processos, produtos e serviços, de forma a garantir nosso alinhamento com as melhores práticas do mercado, manter um crescimento sustentável e minimizar nossos impactos sociais e ambientais. Tudo isso, mantendo a excelência dos nossos produtos e serviços, tão estimados pelo povo brasileiro”, afirma o Gerente de Sustentabilidade e Melhoria Contínua do Grupo Petrópolis, Alaercio Nicoletti.
Programa de Educação Socioambiental
O programa atua em seis cidades de cinco estados onde o Grupo possui fábricas, abordando temas como energia, gestão de resíduos, coleta seletiva e mudanças climáticas para as escolas locais. Desde 2010, o programa vem promovendo a formação ambiental de milhares de alunos, professores e escolas municipais. Em 2023, o programa atingiu 34 escolas e impactou diretamente mais de 7 mil pessoas.
Programa Cidade Sustentável
O programa, realizado em parceria com a CervBrasil, visa a atuação na conscientização da população em assuntos como redução do consumo de água e energia, reciclagem de embalagens pós-consumo e conhecimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Em três meses foram mais de R$ 200 mil destinados ao projeto.
Englobando 11 escolas, com educação socioambiental e ações efetivas de reciclagem no município de Boituva, São Paulo, o programa arrecadou cerca de 20 toneladas de materiais recicláveis com a ajuda de alunos de escolas públicas e foi implementado, pela primeira vez, impactando 37 professores, 726 alunos com a cartilha, e mais de 4 mil alunos com a gincana de recicláveis.
Circularidade do Vidro
O Projeto Circularidade do Vidro, em colaboração com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), visa aumentar a viabilidade de reciclagem do vidro. O projeto, iniciado em 2024, tem duração de 24 meses, e conta com investimento do Grupo Petrópolis, SENAI e EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial). A iniciativa busca otimizar a cadeia de reciclagem, com a participação de bares, restaurantes e universidades para captar vidro pós-consumo.
Gestão de Resíduos
Ainda em 2023, o Grupo Petrópolis gerou 308.908 toneladas de resíduos sólidos, e quase 100% foram destinados para reciclagem, compostagem ou coprocessamento. Apenas 0,17% (501.595kg) de rejeitos foi enviado para aterros sanitários. A fábrica do Grupo localizada em Boituva (SP), transformou resíduos em fermento seco para ração animal, enquanto a de Itapissuma (PE) iniciou a compostagem interna de resíduos orgânicos.
Open Innovation
O Lab de Inovação e Sustentabilidade (LIS) do Grupo Petrópolis destacou-se no reconhecido Ranking 100 Open Corps como uma das cinco empresas mais ativas em inovação aberta no segmento de alimentos e bebidas no Brasil. No ano de 2023, o grupo estabeleceu mais de 38 conexões com instituições de inovação, firmou 26 parcerias com centros tecnológicos e realizou 123 colaborações em parceria com universidades. Essas ações foram cruciais para fomentar iniciativas que envolvem processos sustentáveis e inovadores, contribuindo simultaneamente para o aumento da produtividade e de sua competitividade organizacional.
Embalagens sustentáveis
O Grupo Petrópolis vem aperfeiçoando suas embalagens, priorizando o uso de materiais reciclados. Em 2023, as embalagens de plástico representaram apenas 16% do portfólio, com uma redução de 211 toneladas de plástico. O compromisso é de que 70% das embalagens sejam constituídas de conteúdo reciclado até 2030.
SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis Estados e mais de 160 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais no link e em @grupo.petropolis nas redes sociais.
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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