MATO GROSSO
Guarantã, Colíder e Alta Floresta têm saldos positivos na geração de empregos com carteiras assinadas
MATO GROSSO
O município de Guarantã do Norte (233 quilômetros de Sinop) empregou 30 trabalhadores a mais no mês de fevereiro, segundo números do ministério da Economia. Foram 324 admitidos e 294 desligamentos. Em janeiro, o saldo foi de 34.
Em comparação a fevereiro de 2021, o resultado é oposto já que à época foram fechadas 241 vagas a mais, diferença 500 trabalhadores mandados embora e 249 contratados.
Em fevereiro deste ano, o setor de serviços liderou, com 31 novos admitidos, diferença de 116 contratados e 85 demitidos. A construção civil empregou 11 a mais, saldo de 19 admissões e oito desligamentos. A agropecuária contratou dois a mais. Já o comércio, fechou cinco vagas (128 abertos e 133 encerrados) e a indústria demitiu mais nove.
Já Colíder (157 quilômetros de Sinop) registrou 309 funcionários admitidos a mais e 302 dispensados, com saldo positivo de sete. No mês anterior, foram 66 contratados a mais. Só Notícias apurou que o serviços também teve o melhor desempenho, com 21 postos a mais. Já a construção civil empregou sete trabalhadores e a mais e a agropecuária cinco. A indústria e o comércio fecharam no negativo, com quatro e 22 demitidos a mais, respectivamente.
Em comparação a fevereiro de 2021, o saldo foi muito mais com 84 admitidos a mais.
Alta Floresta, por sua vez, teve 648 vínculos formais iniciados e 568 encerrados, saldo de 80 funcionários contratados a mais (apesar de positivo, houve diminuição em relação a fevereiro do ano anterior, que fechou com 100 novos postos). No primeiro mês deste ano, foram 101 novos empregados.
O segmento de serviços registrou o melhor resultado, com 172 admitidos e 129 demitidos, saldo de 43. A construção civil, contratou 71 e demitiu 28, também com saldo de 43. A agropecuária, criou 10 vagas a mais. A indústria e o comércio, fecharam sete e nove vagas a mais, respectivamente.
Conforme Só Notícias já informou, Peixoto de Azevedo empregou 41 trabalhadores a mais. Já Matupá, teve resultado de 54 novas vagas. Rondonópolis gerou 947 novas vagas em fevereiro.
Nova Mutum contratou em fevereiro 446 trabalhadores a mais com carteiras assinadas. Lucas do Rio Verde gerou 67 novos empregos em fevereiro. Em Sorriso foram geradas 277 vagas de empregos a mais.
Sinop teve 557 contratados a mais. Mato Grosso abriu 8.828 vagas de empregos com carteiras assinadas.
Só Notícias/Luan Cordeiro (foto: reprodução/arquivo)
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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