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Homem e criança de três anos morrem em acidente na BR-174

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Duas pessoas morreram, entre elas uma criança de três anos, e outras quatro ficaram feridas em um acidente na BR-174, próximo a Pontes e Lacerda, na tarde de domingo (26).

Conforme informações da imprensa local, a colisão ocorreu por volta das 16h e envolveu um Volkswagem Gol e uma carreta tipo baú, que carregava sal, no distrito de Adrianópolis, cerca de 40 km de Pontes e Lacerda.

No Gol havia seis passageiros, entre eles duas crianças, seguindo sentido Cáceres. A carreta, que vinha na pista contrária, tentou realizar uma ultrapassagem mal sucedida. O condutor do carro não conseguiu frear e atingiu frontalmente o outro veículo.

Devido ao impacto, a carreta acabou saindo da pista e tombado às margens da rodovia. O Gol, por sua vez, ficou totalmente destruído.

O motorista do Gol, identificado como Luiz Henrique, de 21 anos, morreu na hora preso às ferragens.

Os demais passageiros foram socorridos, em estado grave, para o Hospital Vale do Guaporé. A criança, contudo, não resistiu e morreu ao dar entrada na unidade de Saúde.

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Já o condutor e o passageiro da carreta não ficaram feridos e assinaram termo de recusa de atendimento médico.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para controlar o tráfego na região, que ficou bastante congestionada.

As circunstâncias do acidente serão investigadas.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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